Autor: Eduardo Melo

  • Jacó significa Enganador ou Suplantador?

    Por: Geziel Silva Costa

    E saiu o primeiro, ruivo e todo como uma veste cabeluda; por isso, chamaram o seu nome Esaú, que significa cabeludo” .
    “E depois saiu o seu irmão, agarrada sua mão ao calcanhar de Esaú; por isso se chamou o seu nome Jacó” (Gn 25.25,26).

    E bom ressaltar que simplesmente o nome de uma pessoa não indica o seu caráter e nem suas atitudes, muitos tem receio de por nome que tenham significado negativos em seus filhos, e usam até a Bíblia para justificar esta posição, mais não é bem assim vejamos o exemplo: Absalão: Heb. ‘Abshalôm e ‘Abîshalôm, “meu pai é paz”. e verdadeiramente ele não produzia paz; outro exemplo:  Kaleb Calebe = “cão”.

    O nome Jacó, em Hebraico Yaakhov, vem do verbo hebraico akhav “tomar pelo calcanhar” ou “pisando os calcanhares”. Foi assim que nasceu Jacó: “No ventre, pegou do calcanhar de seu irmão” (Gn 25.26). (Livro: COMENTÁRIO DE OSÉIAS Esequias Soares CPAD).

    A palavra suplantar, que também é aludido ao Nome Jacó, vem do verbo hebraico akhav, suplantar, dar rasteira. O dicionário Aurélio, define assim a palavra suplantar: v.t. Meter debaixo dos pés; derrubar, prostrar, calcar. / Levar vantagem, vencer: suplantar um rival. / Fig. Humilhar, dominar.

    Talvez por isso alguns assegurem que o nome Jacó significa enganador. Suplantar significa enganar? Será que uma mãe teria a coragem de Nomear um filho como Enganador? O nome de uma pessoa na cultura judaica era oriundo dos acontecimentos antes, durante e depois do seu nascimento.

    Outros asseguram que Jacó significa enganador, por que Esaú assim falou: “Não foi o seu nome justamente chamado Jacó? Por isso, que já duas vezes me enganou: a minha primogenitura me tomou e eis que agora me tomou a minha bênção” (Gênesis 27:36).
    Muitas pessoas estão concordando com a afirmativa de Esaú. Jacó, porém não tomou a primogenitura de Esaú, eles negociaram. “Então, disse Jacó:

    Vende-me, hoje, a tua primogenitura. E disse Esaú: Eis que estou a ponto de morrer, e para que me servirá logo a primogenitura? Então, disse Jacó: Jura-me hoje. E jurou-lhe e vendeu a sua primogenitura a Jacó” (Gênesis 25:31-33).
    Pregadores e ensinadores têm malhado Jacó. E dizem que ele, era mentiroso, vivia de dolo, levando proveito sobre outros, não era fiel, e por isso, teve seu nome mudado de Jacó para Israel. Assim recebeu a transformação, depois da mudança de seu nome. A mudança de nome, era uma característica de Deus no AT. Ele mudou o nome de Abraão, Sara etc. Se existe alguém que deve ser sovado, é Esaú que desprezou sua primogenitura. Veja como a Bíblia o considera: “E ninguém seja fornicador ou profano, como Esaú, que, por um manjar, vendeu o seu direito de primogenitura” (Hb 12:16).

    Na verdade Jacó enganou e mentiu várias vezes num momento só para seu pai. Mas fez isto por influência de sua mãe, por que o Senhor havia dito a ela: “Duas nações há no teu ventre, e dois povos se dividirão das tuas entranhas: Um povo será mais forte do que o outro povo, e o maior servirá ao menor” (Gn 25:23). “Foi-lhe dito a ela: O maior servirá o menor” (Rm 9:12).

    Todavia, as promessas não justificam o engano de ambos (Jacó e Rebeca). Rebeca como Sara, tentou ajudar nas promessas de Deus. Deus é fiel para cumprir suas promessas. Caso Jacó e Rebeca não enganassem o velho Isaque, por outras vias e não pelo engano, Deus cumpriria o que havia prometido. Mas mesmo nesta situação, Deus transformou as maldições em bênçãos, e cumpriu suas promessas na vida de Jacó.

    Agora veja as conseqüências do engano na vida de Jacó:

    Foi enganado com Lia por Labão (Gn29. 25).

    Teve seu salário mudado dez vezes (Gn 31.7).

    O animal roubado ou despedaçado pelas feras, Jacó pagava do seu próprio bolso (Gn 31.38-39). Vemos que Jacó foi mais enganado do que enganou.

    Jacó tinha sua vida voltada para Deus e depois da visão faz um voto: “Se Deus for comigo, e me guardar nesta viagem que faço, e me der pão para comer e vestes para vestir, e eu em paz tornar à casa de meu pai, o SENHOR será o meu Deus; e esta pedra, que tenho posto por coluna, será Casa de Deus; e, de tudo quanto me deres, certamente te darei o dízimo” (Gn 28.20-22).

    Veja que o Anjo aparece em sonho a Jacó e o cobra do voto: “Eu sou o Deus de Betel, onde tens ungido uma coluna, onde me tens feito o voto; levanta-te agora, sai-te desta terra e torna-te à terra da tua parentela” (Gn 31.13).

    Percebemos a comunhão, o interesse e a obediência dele em servir a Deus: “Depois, disse Deus a Jacó: Levanta-te, sobe a Betel e habita ali; faze ali um altar ao Deus que te apareceu quando fugiste diante da face de Esaú, teu irmão. Então, disse Jacó à sua família e a todos os que com ele estavam: Tirai os deuses estranhos que há no meio de vós, e purificai-vos, e mudai as vossas vestes” (Gn 35.1-2).

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  • Deus ama os gays

    Então, como a Igreja responde aos homossexuais? Amando-os! Ame-os porque Deus os ama. Ele deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade (1 Tm 2.4).

    Deus é amor, e até seus juízos são um resultado do seu amor – são sua última chamada para o arrependimento para que eles possam ser salvos. A Igreja não terá qualquer autoridade verdadeira sobre este problema a menos que ame aqueles com o problema.

    Isso significa que devemos simplesmente abrir as nossas Igrejas, escolas e famílias para a influência dos homossexuais? Não. O homossexualismo é uma ameaça genuína para o próprio fundamento da nossa ordem social.

    Ele também se tornará uma ameaça cada vez mais rude para nossa liberdade religiosa, que é a maior ameaça desse determinado pecado. Mesmo assim, devemos lembrar que satanás não expulsará satanás. Se o nosso confronto com esse pecado não estiver no espírito certo, então estaremos multiplicando o poder do mal que estamos procurando expulsar.

    Isto pode ser um choque, mas a Igreja também tem que se arrepender da sua parte em ser a principal causa da liberação do homossexualismo na sociedade.

     

    Rick Joyner

     


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  • Homossexualismo e adoração

    A liberação crescente do homossexualismo na sociedade é o resultado de um desvio crescente da adoração verdadeira na Igreja. Como pode ser isso? A humanidade foi criada fundamentalmente para ser de adoradores. Se as pessoas não estão devotadas à adoração apropriada do Criador, elas cairão na adoração da criação. Como Paulo explicou no primeiro capitulo de Romanos, esta é a principal causa do homossexualismo.

    A música e outras formas de arte foram talentos dados ao homem de tal forma que pudéssemos expressa a nossa adoração a Deus. Usar os nossos dons espirituais ou talentos naturais na adoração a Deus é a forma mais elevada de realização que podemos conhecer nesta terra. Entretanto, muitos dos artistas mais dotados e talentosos na história foram homossexuais.

    Muitos desses caíram no homossexualismo porque não havia saída na Igreja para a sua adoração por meio das artes. Por conseguinte, eles se voltaram para a adoração da criação, em vez do Criador. Os homossexuais são libertos do seu pecado e tem uma saída adequada para os dons que Deus lhes entregou, tornar-se-ão alguns dos mais puros adoradores do Senhor, e ajudarão a liberar a adoração verdadeira na Igreja.

    Isto não implica que todo o problema do homossexualismo seja resultado da Igreja ser fechada para certas formas de adoração por meio das artes. Grande parte da depravação resulta da escolha dos homens em adorar a criatura no lugar do Criador. Entretanto, a Igreja é chamada para ser a luz do mundo. Se o mundo está mergulhando em trevas crescentes, não devemos pôr a culpa desse fato no governo, ou até na sociedade, mas na Igreja. As respostas de todos os problemas da sociedade são espirituais, não políticas.

    Quando buscarmos combater os problemas sociais e morais, devemos compartilhar a verdade que liberta as pessoas, não simplesmente as condenando e alienando.

    Rick Joyner

     

     


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  • Hora de investir em Intercessão

     

    Para andar com o Espírito Santo, você deve estar disposto a pagar o preço.

    O que é esse preço? Você deve estar disposto a se afastar das coisas do mundo que separam você do Senhor.

    Lembre-se, o Senhor não vai revelar-se a um indivíduo que está sempre com pressa. Ele nem vai revelar-se a um indivíduo que coloca um limite de tempo para ele.

    A comunhão não é e nem foi barata. Jesus foi à cruz do Calvário para que pudéssemos ser capazes de se tornar filhos redimidos de Deus. Um grande preço foi pago por você para que você tenha hoje comunhão com Ele. Ir mais fundo e ter intimidade com o Espírito Santo tem ainda mais os custos.

    Muitos tentam entrar em Sua presença, dizendo: “Eu tenho dez minutos e isso é tudo.”

    Pagando o preço significa dar todo o seu ser, incluindo o seu precioso tempo a ele. Devemos nos livrar de todas as outras coisas que estão em nossas mentes quando procuramos entrar em Sua presença.

    Deus não está procurando por um povo que vive correndo e sai correndo, como se existice um relógio de tempo no mundo espiritual.

    Ele está olhando para ungir aqueles indivíduos que são sensíveis a Ele e ao Seu desejo de comunhão sem entraves.

    Reflita sobre isto.

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  • A Palavra de Deus contra seus sentimentos

    Por: Joyce Meyer

    Todos os dias, somos confrontados com uma decisão: Será que vamos responder a circunstâncias da vida segundo a Palavra de Deus ou vamos reagir emocionalmente? A tentação inicial é de reagir emocionalmente, mas em todas as circunstâncias, é verdadeiramente a sua decisão.

    Vamos examinar três circunstâncias que você vai ter que enfrentar em algum momento em sua vida. Eu também incluiu algumas perguntas a fazer a si mesmo, que eu encorajá-lo a responder honestamente. Eles vão te dar uma boa idéia de como grande parte de seus sentimentos te jogam nestas circunstâncias.

    Circunstância # 1: Mudança

    Tudo muda, exceto Deus, e deixar todas as mudanças em nossas vidas nos incomodar não adianta elas vão ocorrer. As pessoas mudam, as circunstâncias mudam, nossos corpos mudam, nossos desejos e as paixões mudam.

    A maioria das mudanças acontecem sem a nossa autorização. Mas podemos escolher com se adaptar. Adaptação não muda as circunstâncias, mas você pode se manter e  viver em paz e alegria quando você passa pelas mudanças.

    Pensamentos

    Nossos pensamentos são a primeira coisa que precisamos para lidar com a mudança porque o que pensamos durante a mudança afeta diretamente as emoções. Quando as circunstâncias mudam, se você  fizer uma mudança de pensar  as emoções serão muito mais fácil de gerir. Se algo muda que você não esteja pronto para escolher, você vai provavelmente ter mais de uma variedade de emoções sobre o assunto.

    O Poder da Palavra de Deus

    “As emoções se levanta, e, em seguida, saiem, querendo nos guiar. Quando eu sinto isso, eu sei que preciso tomar medidas. “

    Ao agir sobre a Palavra de Deus e não apenas reagir à situação, você será capaz de controlar suas emoções em vez de lhes permitir que elas gerencie você. Eu recomendo fortemente que você declare a Palavra de Deus em voz alta. Apesar de declarar o que você pode ser o oposto de como você se sente, continue fazendo isso. A Palavra de Deus tem poder inerente de mudar os nossos sentimentos, trazer conforto para nós, e acalmar as nossas emoções perturbadas.

    Pergunte a si mesmo

    1. Como faço para agir com à mudança?
    2. Não uso a Palavra de Deus ou simplesmente reajo à situação?
    3. Depois do choque inicial, eu estou disposto a fazer uma mudança de pensamento e emocionalmente?

    Circunstância # 2: Espera

    Se você não desenvolver a paciência, então ter que esperar pode ser o pior em você. Pelo menos esse era o meu caso comigo até que eu finalmente percebi que minhas reações emocionais não estavam fazendo as coisas irem mais rápido.

    Nós todos gostaríamos de ser paciente, mas não queremos a desenvolver a paciência porque isso significa que se comportar bem, enquanto não estamos recebendo o que queremos. E isso é difícil!

    A Estrada para Tranqüilidade

    Quanto mais queremos algo, e não conseguimos nossas emoções agem. O senso comum nos diz que é burrice fazer as coisas com a cabeça quente ou num acesso de raiva e em outras coisas simples que as pessoas tendem a ficar chateados. Como você pode desenvolver a paciência, não se limite a pensar sobre o quão difícil e frustrante será, pense em como você vai ser pacífica quando espera não  incomodará mais você ( ver Tiago 1:4 ).

    Pergunte a si mesmo

    1. Como me comportar quando eu tenho que esperar?
    2. Que situações são difíceis para mim?
    3. Como faço para agir quando estou trabalhando com alguém que é muito lento?
    4. Como faço para agir se alguém toma o espaço de estacionamento que eu estava esperando?
    5. Em uma escala de 1 a 10, o quão bem eu me saio quando as coisas não saem do meu jeito?

    Circunstância # 3: Pessoas Difíceis

    Ninguém gosta de estar perto de pessoas difíceis. Eu acho que há um monte de pessoas no mundo, hoje em dia, em grande parte por causa da vida estressante que a maioria delas tem. As pessoas estão tentando fazer muita coisa em muito pouco tempo e têm mais responsabilidade do que pode realmente segurar.

    Quando alguém é rude comigo, eu posso sentir minhas emoções se levantar e, em seguida, sair, querendo que eu a siga. Isso é quando eu sei que preciso tomar medidas. Eu tenho que lembrar que a pessoa está sendo grosseiro, provavelmente, tem um monte de problemas. Ela não pode nem perceber como ela soa rude.

    Trabalhar com o Espírito Santo

    Eu me lembro de um monte de vezes na minha vida que quando as pessoas me perguntaram por que eu estava agindo muito dura. Eu não sabia que eu era dura. Tinha muita coisa acontecendo e eu me senti pressionada,  e então a pressão veio em tons de voz áspera. Isso não desculpa o meu mau comportamento, mas foi a raiz do problema.

    Eu sou muito grata, Eu sei que a Palavra de Deus, e tê-Lo em minha vida me ajuda e me conforta. Mas um monte de pessoas difíceis não têm isso. Eu tive que trabalhar muito duro com o Espírito Santo, para ter a capacidade de agir sobre a Palavra de Deus quando as pessoas são rudes … ao invés de meramente reagir com um comportamento que corresponde ou supera a ação deles.

    Jesus ensina-nos a responder àqueles que nos tratam bem e aqueles que não o fazem ( ver Lucas 6:32-35 ).

    Se você estiver em uma situação que exige que você esteja com um desses embates com pessoas todos os dias, exorto-vos a orar por eles em vez de reagir emocionalmente a eles. Nossas orações abrem as portas para Deus trabalhar.

    Pergunte a si mesmo

    1. Como reajo às pessoas que são rude?
    2. Não respondo no amor como a Palavra diz que devemos, ou eu me junto a eles em seu comportamento ímpio?
    3. Vou agir de acordo com a Palavra de Deus e amá-los por causa Dele? Ou vou reagir emocionalmente, talvez agindo pior do que eles agem?
    4. Eu já deixei uma pessoa rude estragar meu dia?

    Viver além de seus sentimentos

    Sentimentos vêm e vão. Nós não podemos fugir deles, mas podemos escolher viver pela Palavra de Deus e não nossos sentimentos. Mesmo quando não se sente bem, podemos viver com uma incrível paz e alegria. Convido você a percorrer as perguntas de novo e procurar a Palavra de Deus em todas as circunstâncias que você enfrenta. Ele vai ajudar você a viver além de seus sentimentos!


    Este artigo é retirado do livro de Joyce, Living Beyond seus sentimentos .

     

     

     

     


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  • Para agradar aos muçulmanos, nova Bíblia arranca “Pai” e Jesus como “Filho de Deus”

    Joel Richardson

    No mundo de traduções da Bíblia questionáveis e às vezes completamente estúpidas, pensaríamos que não daria para ver nada pior.
    Afinal, já vimos a Nova Bíblia Anotada de Oxford, criada em parte por estudiosos homossexualistas e feministas para apresentar uma interpretação revisionista mais pró-homossexualismo das Escrituras.

    Mas agora há uma polêmica imensa por causa das mais recentes Bíblias alteradas, que estão sendo criadas por organizações americanas que a maioria dos cristãos pensa que são conservadoras e equilibradas. Na vanguarda da polêmica estão a Associação Wycliffe de Tradutores da Bíblia, o Instituto Linguístico de Verão e Frontiers. Todas essas organizações estão produzindo traduções da Bíblia que removem ou modificam termos considerados ofensivos para os muçulmanos.

    Isso mesmo: estão criando Bíblias ao gosto dos muçulmanos.

    Incluída na polêmica está a remoção de todas as referências a Deus como “Pai”, a Jesus como “Filho” ou “Filho de Deus”. Dá para se ver um exemplo de tal mudança na versão árabe do Evangelho de Mateus, produzida e promovida por Frontiers e pelo Instituto Linguístico de Verão (ILV). Na versão normal, Mateus 28:19 diz:

    “batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.

    A versão árabe alterada diz:

    “purificando-os em água no nome de Alá, seu Messias e seu Espírito Santo”.

    Um grande número dessas versões conforme a vontade dos muçulmanos já está sendo publicada e distribuída em vários países de maioria islâmica, tais como Bangladesh, Indonésia e Malásia.

    De acordo com Joshua Lingel do i2 Ministries, “Uma mudança ainda mais dramática se vê nas traduções em árabe e em bangla (de Bangladesh). Em árabe, as traduções pecam ao traduzir ‘Pai’ como ‘Senhor’, ‘Guardião’, ‘Altíssimo’ e ‘Deus’. Em bangla, ‘Filho de Deus’ recebe a tradução malfeita de ‘Messias de Deus’, em harmonia com Isa al-Masih (Jesus o Messias) do Corão, que faz referências a um Jesus meramente humano”.

    Em reação a essas traduções, muitos líderes dentro do movimento de missões evangélicas assim como muitos convertidos que eram muçulmanos no passado e cristãos naturais de outros países onde essas traduções estão sendo usadas, estão indignados.

    Embora as organizações americanas que estão promovendo essas traduções estejam inflexíveis em sua postura de que substituir tais termos como

    Pai por Senhor ou Mestre transmite melhor o sentido inspirado do texto, muitos líderes cristãos dos países em que essas traduções estão sendo promovidas estão abertamente rejeitando essas traduções.

    Os crentes desses países discordam fortemente da introdução dessas traduções produzidas nos EUA, vendo-as como uma forma de imperialismo cultural americano.

    De acordo com Fikret Böcek, um pastor da Turquia, tais traduções novas são “uma ideia totalmente americana que não tem o mínimo respeito pela sacralidade das Escrituras”.

    O líder de uma igreja em Bangladesh disse que um dos aspectos mais problemáticos dessas Bíblias alteradas é que as alterações fortalecem a ideia errada que os muçulmanos muitas vezes têm sobre os cristãos, de que os cristãos mentem e modificam suas Bíblias para enganar os muçulmanos.

    Tais traduções parecem exigir que o Autor da Bíblia mude, em vez de os leitores muçulmanos mudarem, transmitindo a ideia de que Deus deve se adaptar ao gosto dos muçulmanos.

    Dos 200 projetos de traduções que a Associação Wycliffe de Tradutores da Bíblia e o Instituto Linguístico de Verão estão empreendendo em contextos muçulmanos, cerca de 40 removem os termos Pai e Filho com referência a Deus e Jesus.

    Tradução e adaptação: www.juliosevero.com

     

    Joel Richardson
    No mundo de traduções da Bíblia questionáveis e às vezes completamente estúpidas, pensaríamos que não daria para ver nada pior.
    Afinal, já vimos a Nova Bíblia Anotada de Oxford, criada em parte por estudiosos homossexualistas e feministas para apresentar uma interpretação revisionista mais pró-homossexualismo das Escrituras.
    Mas agora há uma polêmica imensa por causa das mais recentes Bíblias alteradas, que estão sendo criadas por organizações americanas que a maioria dos cristãos pensa que são conservadoras e equilibradas. Na vanguarda da polêmica estão a Associação Wycliffe de Tradutores da Bíblia, o Instituto Linguístico de Verão e Frontiers. Todas essas organizações estão produzindo traduções da Bíblia que removem ou modificam termos considerados ofensivos para os muçulmanos.
    Isso mesmo: estão criando Bíblias ao gosto dos muçulmanos.
    Incluída na polêmica está a remoção de todas as referências a Deus como “Pai”, a Jesus como “Filho” ou “Filho de Deus”. Dá para se ver um exemplo de tal mudança na versão árabe do Evangelho de Mateus, produzida e promovida por Frontiers e pelo Instituto Linguístico de Verão (ILV). Na versão normal, Mateus 28:19 diz:
    “batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.
    A versão árabe alterada diz:
    “purificando-os em água no nome de Alá, seu Messias e seu Espírito Santo”.
    Um grande número dessas versões conforme a vontade dos muçulmanos já está sendo publicada e distribuída em vários países de maioria islâmica, tais como Bangladesh, Indonésia e Malásia.
    De acordo com Joshua Lingel do i2 Ministries, “Uma mudança ainda mais dramática se vê nas traduções em árabe e em bangla (de Bangladesh). Em árabe, as traduções pecam ao traduzir ‘Pai’ como ‘Senhor’, ‘Guardião’, ‘Altíssimo’ e ‘Deus’. Em bangla, ‘Filho de Deus’ recebe a tradução malfeita de ‘Messias de Deus’, em harmonia com Isa al-Masih (Jesus o Messias) do Corão, que faz referências a um Jesus meramente humano”.
    Em reação a essas traduções, muitos líderes dentro do movimento de missões evangélicas assim como muitos convertidos que eram muçulmanos no passado e cristãos naturais de outros países onde essas traduções estão sendo usadas, estão indignados.
    Embora as organizações americanas que estão promovendo essas traduções estejam inflexíveis em sua postura de que substituir tais termos como Pai por Senhor ou Mestre transmite melhor o sentido inspirado do texto, muitos líderes cristãos dos países em que essas traduções estão sendo promovidas estão abertamente rejeitando essas traduções.
    Os crentes desses países discordam fortemente da introdução dessas traduções produzidas nos EUA, vendo-as como uma forma de imperialismo cultural americano.
    De acordo com Fikret Böcek, um pastor da Turquia, tais traduções novas são “uma ideia totalmente americana que não tem o mínimo respeito pela sacralidade das Escrituras”.
    O líder de uma igreja em Bangladesh disse que um dos aspectos mais problemáticos dessas Bíblias alteradas é que as alterações fortalecem a ideia errada que os muçulmanos muitas vezes têm sobre os cristãos, de que os cristãos mentem e modificam suas Bíblias para enganar os muçulmanos.
    Tais traduções parecem exigir que o Autor da Bíblia mude, em vez de os leitores muçulmanos mudarem, transmitindo a ideia de que Deus deve se adaptar ao gosto dos muçulmanos.
    Dos 200 projetos de traduções que a Associação Wycliffe de Tradutores da Bíblia e o Instituto Linguístico de Verão estão empreendendo em contextos muçulmanos, cerca de 40 removem os termos Pai e Filho com referência a Deus e Jesus.
    Tradução e adaptação: www.juliosevero.com

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  • Lição 5 – Jacó se casa com Raquel

    CAPÍTULO 29

    • Versículos 1-8  Jacó chega ao poço de Harã

    • Versículos 9-14 Seu encontro com Raquel  -Labão o atende

    • Versículos 15-30  Contrato de Jacó por Raquel – O engano de Labão

    • Versículos 31-35  Os filhos de Lia

    Versículos 1-8

    Jacó prosseguiu alegre sua viagem depois da doce comunhão que teve com Deus em Betel. A providência o levou ao campo onde deviam beber os animais de seu tio. O que se diz do cuidado dos pastores por suas ovelhas pode lembrar-nos a tenra preocupação que nosso Senhor Jesus, o grande Pastor das ovelhas, tem por seu rebanho, a igreja; por Ele é o bom portanto que conhece suas ovelhas, e a quem elas conhecem. A pedra da boca do poço era para fechá-lo; a água era escassa, não estava ali para que qualquer um a usasse: mas os interesses particulares não nos devem impedir que nos ajudemos uns a outros. quando se juntavam todos os pastores com seus rebanhos, então, juntos, como bons vizinhos, davam de beber a seus animais. A lei da clemência ao falar tem um poder obrigatório (Pv 31.26). Jacó foi bem educado com estes estrangeiros e achou que eles eram bem educados para com ele.

    Versículos 9-14

    Veja aqui a humildade e a laboriosidade de Raquel. Ninguém tem de envergonhar-se do trabalho honesto e útil, nem deve ser impedido pela preferência de alguém. Quando Jacó compreendeu que esta era sua parenta, esteve muito disposto a servi-la.Labão, embora não do melhor humor, deu-lhe as boas-vindas e se deu por satisfeito com o relato que Jacó lhe fez de si mesmo. Embora evitemos estarmos tolamente dispostos a acreditar em tudo o que nos seja dito, devemos ter cuidado de sermos suspicazes em forma pouco caridosa.

    Versículos 15-30

    No mês que Jacó se passou como hóspede, não esteve ocioso. Onde quer que estejamos é bom ocupar-nos em algo útil. Labão estava desejoso de que Jacó ficasse com ele. Não se deve obter vantagem das relações com os subordinados; é nosso dever recompensá-los. Jacó fez saber a Labão o afeto que tinha por sua filha Raquel. Carecendo de bens mundanos com os quais dotá-la, promete sete anos de serviços. O amor faz curtos e fáceis os serviços longos e difíceis; daí que lemos de trabalho com amor (Hb 6.10). Se soubermos valorizar a felicidade do céu, os sofrimentos deste tempo presente serão como nada para nós. Uma era de trabalho não será senão uns poucos dias para os que amam a Deus e anelam a vinda de Cristo. Jacó, que tinha-se aproveitado de seu pai, agora é utilizado por Labão, seu sogro, com um engano parecido. Daqui, que por injusto que tenha sido Labão, o Senhor foi justo: ver Juízes 1.7). Ainda aos justos, se derem um passo em falso, assim Deus lhes paga na terra. Muitos que como Jacó não são desenganados pela pessoa, em seus matrimônios, logo se encontram, para sua grande dor, desencantados pelo caráter. A eleição desta relação deve fazer-se com bom conselho e pensamento por ambas as partes. Há razões para acreditar que a escusa de Labão não era verdadeira. Seu modo de resolver a questão piorou o mal. Jacó se viu levado ao problema das muitas esposas. Ele não podia rejeitar a Raquel porque a havia desposado; muito menos podia rejeitar a Lia. Ainda não havia um mandamento expresso contra casar com mais de uma esposa. Era pecado de ignorância nos patriarcas, porém não justifica o mesmo costume atual quando a vontade de Deus está claramente dada a conhecer pela lei divina (Lv 18.18), e mais plenamente desde que, por nosso Salvador, podem unir-se somente um homem e uma mulher (1 Co 7.2).

    Versículos 31-35

    Os nomes que Lia dá a seus filhos expressavam seu respeito e consideração tanto para Deus como para seu esposo. Rubem, ou olha um filho, com este pensamento: “Agora meu marido me amará”; Levi, ou unido, com a expectativa de que “Esta vez meu marido se unirá comigo”. O afeto mútuo é ao mesmo tempo um dever e o consolo da relação conjugal; e os companheiros de jugo devem considerar o agradar-se um ao outro (1 Co 7.33-34). Ela reconhece, agradecida, a bondosa providência de Deus ao ouvi-la. Em tudo o que nos sustente e console nas aflições ou se ocupe de nossa liberação delas, é Deus quem deve ser reconhecido nisso. Chamou Judá seu quarto filho, ou louvor, dizendo: “Esta vez louvarei a Jeová”. Deste, segundo a carne, é que veio Cristo. qualquer seja a razão de nosso regozijo deve ser tema de nossa ação de graças. Os favores frescos devem apressar-nos a louvar a Deus pelos favores anteriores. Desta vez louvarei a Jeová mais e melhor do que tenho feito antes. Todos nossos louvores devem centrar-se em Cristo, como objeto deles e como Mediador deles. Ele desceu, segundo a carne, daquele cujo nome era Louvor, e Ele é o nosso louvor. Está Cristo formado em meu coração? Desta vez louvarei a Jeová.
    Gn-29.1

    c) Jacó na Síria (Gn 29.1-33.15)

    1. JACÓ SE ENCONTRA COM RAQUEL (#Gn 29.1-14). Não podemos, até todos os rebanhos se ajuntem (8). Parece que havia algum acordo entre os pastores para que dessem de beber aos seus rebanhos todos ao mesmo tempo. Revolveu a pedra (10). Onde estavam “todos os rebanhos”, nessa ocasião, não temos meios de saber. A narrativa dá a impressão de ter sido um ato impetuoso de Jacó. E chorou (11). O caráter emocional de Jacó se manifestava constantemente, embora todos os orientais fossem e continuem sendo expressivos dessa maneira. Jacó foi claramente dominado de alegria devido ao feliz término de sua viagem.

    >Gn-29.15

    2. CASAMENTO DE JACÓ COM LÉIA E RAQUEL (#Gn 29.15-30). Olhos ternos (17). Isso provavelmente indica alguma inflamação ocular que a desfigurava. Sete anos te servirei por Raquel (18). Jacó ofereceu seu serviço em lugar do costumeiro dote dado aos pais da noiva. Por que me enganaste? (25). O enganador fora enganado! Jacó que suplantara seu irmão e enganara seu idoso pai, agora era enganado por sua vez. Nesse engano, Labão tirou vantagem do fato que a noiva era trazida vendada para o marido. Que a menor se dê antes da primogênita (26). O inescrupuloso caráter de Labão é desvendado aqui. Honroso ter-lhe-ia sido explicar isso, antes do acordo ter sido feito. Cumpre a semana desta (27). Refere-se à festa nupcial de sete dias (#Jz 14.12), e Labão pediu a Jacó que aceitasse o arranjo sem fazer perturbação, e prometeu que no fim das festividades lhe daria Raquel, quietamente, e sem cerimônias. Aplacado por essa promessa, Jacó se submeteu à miserável e degradante situação à qual Labão o forçara. Então lhe deu… Raquel (28). Jacó não teve de esperar por ela até que se completassem outros sete anos de serviço (30), como #Gn 31.41 talvez pareça sugerir.

    >Gn-29.31

    3. NASCIMENTO DOS FILHOS DE JACÓ (#Gn 29.31-30.24). Léia era aborrecida (31). Esta palavra é empregada apenas num sentido relativo. Conf. #Ml 1.3; #Lc 14.26. Parece, entretanto, que Jacó se mostrava positivamente aborrecido dela. Agora me amará o meu marido (32). Essas palavras, e as dos versículos 33-35, revelam o coração de Léia. Quem pode lê-las sem ficar comovido?

    De sua primeira esposa Lia:Rúben (que significa eis um filho)Simeão (escuta)Levi (apego)Judá (louvor)Issacar (alugado, ou recompensa)Zebulon (habitação)Também Lia lhe deu uma filha que foi chamada Diná (justificada).

    Da sua serva Zilpa:Gade (boa sorte)Aser (feliz)

    De sua segunda esposa Raquel:José (Ele tirou, ou possa Ele acrescentar)Mais tarde Raquel teve outro filho, Benjamim (filho da minha mão direita): ela morreu no parto.

    Da sua serva Bila: (justiça)Naftali (luta)

    Comentário Bíblico AT – Mattew Henry O novo comentário da Bíblia – F. Davidson

     

     

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  • Pastor Silas Malafaia diz: evangélicos não estão em "guerra" com nenhum partido.

    Há poucos dias, no Fórum Social de Porto Alegre, uma das figuras mais importantes do Partido dos Trabalhadores, que é o Secretário Geral da Presidência da República, o senhor Gilberto Carvalho, fez uma das mais importantes palestras para os militantes da esquerda em relação aos evangélicos, que merece toda a nossa atenção. Segudo ele: “a classe C não pode ficar a mercê da mídia conservadora. É preciso fazer uma disputa ideológica com os líderes evangélicos pelos setores emergentes”. O que ele está dizendo é que o Estado Brasileiro precisa produzir informação para a classe C justamente para disputar com os evangélicos.

    É importante você ler o comentário de um dos mais importantes jornalistas independentes do Brasil, Reinaldo Azevedo, que fala sobre o assunto.

     

    Mediante a colocação deste importante líder do PT, o Pr. Silas comenta:

    1. Não demonizo partido político nenhum. Como todos sabem, já votei em Fernando Henrique, Lula e Serra. Voto em pessoas e não em partidos, porque todos eles possuem ideologias que ao serem confrontadas com a nossa fé, ficam devendo.

    2. Não tenho autoridade para falar em nome dos evangélicos, mas creio que posso interpretar a opinião da maioria. Nós evangélicos não estamos em guerra com nenhum partido político, somos a favor do Estado Laico, das garantias individuais e de ampla liberdade de imprensa.

    3.  A questão do PT é que eles defendem a legalização do aborto, das drogas, a união civil homossexual, com destaque para aprovação do PL122, que além de ser uma afronta a Constituição, privilegia os homossexuais. Fora tentar de todas as formas ensinar o homossexualismo nas escolas através do Kit Gay. Isto é o que o PT tem lutado para aprovar no Congresso Nacional, bem como defendido em documentos divulgados pelo partido.

    4. Os ideólogos desse partido entre os quais se inclui o senhor Gilberto de Carvalho, não engolem a postura firme dos evangélicos em combater o lixo moral que o PT defende, e para ser justo e honesto, outros partidos políticos defendem a mesma coisa.

    5. Se o PT quer confronto com os evangélicos vão perder tempo porque nós não lutamos no dizer do Apóstolo Paulo, contra a carne e o sangue, mas sim contra principados, potestades, príncipe das trevas, hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. Não estamos disputando ideologicamente nada com ninguém. O que fazemos é pregar o Evangelho que transforma o homem na sua totalidade: biologicamente, psicologicamente, socialmente e espiritualmente. Se isto incomoda o PT, “azar o deles”. Não vamos abrir mão de nossas convicções seja por pressão ou por coptação. A Igreja de Jesus é invencível, quem se levantar contra Ela vai cair.

    6. Quero deixar um alerta ao povo evangélico, chamando a atenção da liderança. Os métodos que eles utilizam são dois. Primeiro: ou conquista você com as benécies do poder. Segundo: ou montam dossiês e fabricam calúnias e difamações para desqualificar as pessoas. Não se espantem se amanhã tiver notícias em jornais para incriminar líderes evangélicos, e sem nenhuma presunção, ou orgulho, sei que eu sou um dos principais. Só que ao utilizarem o segundo método vão verificar que o povo de Deus segue a Jesus e não a homens. Isto vai fortalecer a fé do povo e fazer com que a Igreja cresça ainda mais. A história confirma o que acabo de dizer.

    7. Quero ser repetitivo para marcar muito bem a minha posição. Não demonizo partido político e se tiver que votar em alguém do PT farei isto sem nenhum problema. Como disse anteriormente, eu voto em pessoas e não em partido político. Por favor, peço ao povo evangélico que divulgue o máximo que puderem toda esta matéria. A Bíblia diz que a única coisa que pode destruir o povo de Deus é a falta de conhecimento (Oseias 4:6). O povo evangélico precisa conhecer o que está acontecendo.

     

    Fonte: Verdade Gospel

     

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  • CARNAVAL – GRANDE CULTO AO DIABO

    Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia, Idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, Invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus. 

    Gálatas 5.19-21

    Está chegando o Carnaval. A festa por todos conhecida com a Festa da Carne  e tão esperada em todas as partes do mundo, notadamente no Brasil, que já ostenta uma imagem propícia para o sucesso de tal festa desde o seu Descobrimento quando ao aportarem por aqui o que primeiramente chamou a atenção dos portugueses foram os corpos nus de nossos índios e… índias.

    Mas o que muitos sabem e mesmo assim aceitam e participam, e outros tantos, inclusive dentre os nossos, evangélicos, que são seduzidos  com a atmosfera de sensualismo, é que o carnaval não é nada novo e sim um  GRANDE  CULTO  ANUAL  AO  DIABO que remonta a cerca de 3.500 anos de existência.

    Sua origem está no Culto a Dionísio, deus grego da vindima, ou colheita, era o deus da fertilidade das plantações, era adorado para que ele enviasse chuva e a chuva era tida como o seu  sêmen , que era enviado para fertilizar a terra, mais tarde Dionísio foi adotado pelos romanos e batizado com o nome de Baco, vale ressaltar que após ser elevado ao posto de deus da vindima, imagens de Dionísio foram feitas para serem adoradas e, vejam só…   esta tinha rosto de homem, mas com chifres, além de barbicha e pés de bode e seu olhar estava sempre com um ar de embriagado … alguma semelhança percebida ? O culto, por sua vez, seguia os padrões dos antigos cultos pagãos a Baal, Astarote, Dagon e Moloque, estes fartamente expostos na Bíblia.

    Percebam a identidade de tais cultos com o carnaval… o culto a Dionísio ou Baco, era regado a bebidas fortes e a embriaguês de seus adoradores se evidenciava nas orgias em ter homens e mulheres, mulheres e mulheres e homens e homens ( Paulo descreve tal abominação em Rm 1.26-29 ), muita música e ainda se evidenciava na inversão dos valores sociais e naturais, como a descaracterização do pobre que se travestia de rico, do rico que se travestia de pobre, da mulher que se travestia de homem e homem de mulher. Tal culto em Roma iniciava-se com a permissão de que durante 3 dias em determinado mês do ano as mulheres poderiam sair às ruas em grupos para trair os seu maridos, o que logo levou os maridos a fazer o mesmo…

    Mas, a alguns séculos antes, alguns deuses pagãos  já eram reverenciados, praticamente, da mesma forma… Baal, por exemplo, apesar de ser também o deus da colheita, foi o  verdadeiro pai da lascívia e luxúria, pois, segundo a lenda, tinha sua irmã como amante e matou seu próprio pai e desposou a mãe… um       vale-tudo  em matéria de perversão. Suas festas eram invariavelmente regadas a muita música, bebida e prostituição de várias formas,  notadamente as sodomitas.

    Assim como no culto a Baal, o culto a Moloque, além de todos estes pormenores, também tinha sacrifícios humanos, em grande parte de crianças que eram entregues pelos próprios pais para  adorar a Moloque e abrilhantar a festa , para estes era uma honra entregar seus filhos em sacrifício…

    Também podemos citar o deus Dagom dos filisteus que tem as mesmas características dos demais, semelhanças e bizarrices: orgias sexuais, música estrondosa, bebida forte e em abundância e sacrifício humano…

    À semelhança de tais cultos antiguíssimos, nos dias de hoje temos o CARNAVAL, ou a Festa da Carne, que, em contraposição ao que a  história oficial  ( para mim oficiosa ) possa ensinar é a festa onde vale a carne… (  carne vale , de onde vem o nome carnaval ).

    Pensemos… quem é o maior alvo do diabo ? O homem… sim o homem, a carne, a carne que o Deus Altíssimo criou para adorá-lo. Este é o alvo principal de diabo, ou seja, baal, moloque, dagom, como queiram chamá-lo… é evidente o culto ao diabo aos moldes dos cultos a estes supostos deuses, no carnaval existe a sexualidade aflorada acima de todos os limites humanos possíveis, desde a prostituição, passando pelo sodomismo e homossexualidade,  até a exposição dos corpos nus de homens e mulheres, como num enorme açougue escolha do freguês… não há inocentes nesta festa, todos vão para se expor e se vender… as músicas são verdadeiros  louvores  a deuses e entidades, não há uma só que não invoque a pelo menos um… a bebedeira nestes dias também é acima de qualquer normalidade, pois a quantidade de homens e mulheres perambulantes pelas ruas ou num verdadeiro  coma alcoólico  nas sarjetas e calçadas são um convite às demais atrocidades do momento: estupros, roubos, violência e … assassinatos …

    Em falar em assassinatos, o crescimento de mortes nestes dias supera o de qualquer sacrifício feito naqueles tempos… quantas pessoas são sacrificadas  nestes dias ?  Quantas perdem suas vidas com as desculpas  de crimes passionais… assaltos… bebedices … estupros… Além disso, quantos jovens perdem, além de suas vidas, sua virgindade, sua moral… quantos se enveredam pelos caminhos das drogas… quantos se  iniciam  na prostituição e na marginalidade….

    Na  Quarta-feira de cinzas  é que se contabiliza o tamanho deste culto… tenho certeza de que este nome foi dado porque somente resta as cinzas dos homens que dela participaram… após este dia conta-se quantos morreram, quantos se tornaram viciados, quantos se prostituíram, quantos lares foram desfeitos, quantos filhos abandonados… uma verdadeira festa para baal… moloque… dagom, enfim … o diabo…

    Faça um teste você mesmo… feche os seus olhos e tente visualizar estes cultos e depois assista os jornais da televisão ou leia os jornais escritos… observe os comentários daqueles que participaram… vá anotando e depois me diga… é ou não é um grande culto a satanás ?

     

    Pastor Luiz Tamburro

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  • O Único Fundamento – João Calvino

    Porque ninguém pode lançar outro fundamento (1Co 3. 11,12). Esta sentença consiste de duas partes, a saber:

    (1) que Cristo é o único fundamento da Igreja; e

    (2) que os coríntios haviam sido apropriadamente fundados sobre Cristo através da pregação de Paulo.

    Por isso, era necessário que fossem reconduzidos somente a Cristo, pois seus ouvidos se cocavam freneticamente por novidades. Era uma questão de grande importância que Paulo fosse conhecido como o principal e (se assim posso afirmar) fundamental arquiteto, de cujo ensino os coríntios não poderiam afastar-se, sob a pena de renunciar ao próprio Cristo.

    Resumindo: a Igreja deve estar total e definitivamente fundada exclusivamente sobre Cristo; e Paulo desempenhava seu papel, a este respeito, entre os coríntios tão fielmente que seu ministério não deixava nada a desejar.

    Segue-se que, quem quer que viesse após ele não poderia servir ao Senhor conscienciosamente, ou ser ouvido como ministro de Cristo de algum outro modo além de esforçar-se em tornar o seu ensino como o dele, e manter o fundamento que ele lançara.

    Daqui podemos chegar a certa conclusão sobre aqueles que, quando seguem os genuínos ministros, não se preocupam em adaptar-se ao seu doutrinamento e seguir de perto um bom princípio a fim de fazer perfeitamente claro que não se ocupavam com novidades. Podemos concluir, pois, que eles [coríntios] não estavam trabalhando fielmente para edificar a Igreja, senão que eram seus demolidores. Pois o que é mais destrutivo do que confundir os crentes bem fundamentados na sã doutrina com um novo gênero de doutrinamento, de modo que não sabem com certeza onde estão ou para onde vão? Por outro lado, a doutrina fundamental, que não pode ser subvertida, é aquela que aprendemos de Cristo. Porquanto Cristo é o único fundamento da Igreja. Mas são muitos os que usam o nome de Cristo como cegos, e reviram de ponta cabeça a verdade universal de Deus.

    Portanto, observemos como a Igreja é adequadamente edificada sobre Cristo, a saber, se exclusivamente ele é posto como justiça, redenção, santificação, sabedoria, satisfação, purificação, em síntese, como vida e glória; ou, se se preferir de forma mais breve, se ele é pregado de tal forma que seu ofício e virtude são entendidos da forma como são apresentados no final do primeiro capítulo. Ora, se Cristo não é adequadamente conhecido e lhe é simplesmente atribuído o nome de Redentor, enquanto que, ao mesmo tempo, a justiça, a santificação e a salvação são buscadas em outras fontes, ele é lançado para fora do fundamento e pedras falsas são postas em seu lugar. Temos um exemplo disto no procedimento dos papistas, ou seja, ao despirem Cristo de quase todos os seus ornamentos, e não lhe deixam quase nada senão um simples nome. Tais pessoas, pois, não estão de forma alguma sendo fundamentadas em Cristo. Ora, visto que Cristo é o fundamento da Igreja em razão de ser ele a única fonte de salvação e vida eterna, em razão de que é nele que conhecemos Deus o Pai e em razão de se achar nele a fonte de todas as nossas bênçãos – então, se não é reconhecido como tal, ele, imediatamente, cessa de ser o fundamento.

    Pode-se, porém, perguntar se Cristo é somente uma parte, ou é ele o originador da doutrina da salvação, porquanto o fundamento é apenas uma parte do edifício. Porque, se tal é o caso, os crentes fariam de Cristo só o ponto de partida, sendo levados à complementação sem qualquer conexão com ele, e de fato Paulo parece sugerir isto. Minha resposta é que este não é o significado do que ele diz, de outra sorte ele estaria se contradizendo ao dizer em Colossenses 2,3 que “todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento estão ocultos nele”. Portanto, a pessoa que tem “aprendido Cristo” (Ef 4.20) já se acha plenificada de todo o ensino celestial. Porém, visto que o ministério de Paulo se preocupava mais em estabelecer os coríntios do que em erguer em seu meio a parte mais alta do corpo do edifício, ele apenas mostra aqui o que já fizera, a saber, que ele pregara Cristo, pura e simplesmente. Por esta razão, pensando no que fizera, Paulo chama Cristo de o fundamento, mas não significa que ele exclui Cristo do resto do edifício. Em outras palavras, ele não põe algum outro tipo de ensino em contraste com o conhecimento de Cristo; ele está, antes, realçando a relação existente entre ele [Cristo] e os outros ministros.

    Mas se alguém edifica sobre este fundamento. Ele persiste no uso da metáfora. Não era suficiente – que o fundamento houvesse sido assentado, se toda a superestrutura não lhe correspondesse. Pois, visto que seria absurdo construir com material inferior sobre um fundamento de ouro, então é algo perverso sepultar Cristo sob outras doutrinas sobrepostas por homens. Portanto, Paulo quer dizer por “ouro, prata e jóias”, o ensino que não só se harmoniza com Cristo, mas é também uma superestrutura em harmonia com esse fundamento. Além do mais, não imaginemos que esta doutrina é extraída de outras fontes e não de Cristo, senão que devemos, antes, entender que temos de continuar a ensinar Cristo, até que o edifício esteja completo. Contudo, temos de prestar atenção na ordem de fazer as coisas, de modo que pode-se iniciar com a doutrina geral e o mais essencial dos principais pontos, como o fundamento. Em seguida vem reprovação, exortações e tudo quanto é necessário para a perseverança, o encorajamento e o progresso.

    Visto que há pleno acordo sobre o que Paulo quis dizer até aqui, segue-se, por outro lado, que o ensino que é descrito aqui como “madeira, restolho e feno” não se adequa ao fundamento; o ensino, isto é, o que é engendrado pela mente humana e nos é empurrado como se fosse [os próprios] oráculos de Deus. Pois Deus quer que sua Igreja seja edificada com base na genuína pregação de sua Palavra, não com base em ficções humanas; e isto é o que se pode descrever como tudo o que não faz nada na maneira de construir. Nesta categoria estão questões especulativas que geralmente fornecem mais para ostentação – ou algum louco desejo – do que para a salvação de homens.
    Paulo faz notório que no fim a qualidade da obra de cada um se fará manifesta; mesmo que ela seja ocultada pelo tempo presente. É como se dissesse: “Pode ser que os maus obreiros vivam enganando, de modo que o mundo não consiga de forma alguma provar quão fielmente ou quão honestamente cada um tenha feito seu trabalho. Mas o que agora se acha, por assim dizer, submerso em trevas, deverá ser destruído diante da face de Deus, e será considerado como algo indigno.

     

    Fonte: http://www.josemarbessa.com/

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