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  • Lição 2 – Barnabé apresenta Saulo aos apóstolos

    Barnabé um líder conciliador

    “E, quando Saulo chegou a Jerusalém, procurava ajuntar-se aos discípulos, mas todos o temiam, não crendo que fosse discípulo. Então Barnabé. tomando-o consigo, o trouxe aos apóstolos, e lhes contou como no caminho ele vira ao Senhor e lhe falara, e como em Damasco falara ousadamente no nome de Jesus” (At 9.26,27)

    “Daqui a cinco anos você estará bem próximo de ser a mesma pessoa que é hoje, exceto por duas coisas; os livros que ler e as pessoas de quem se aproximar” – Charles Jones.

    A vida é realmente cheia de surpresas, e o mais interessante é que nela não existem garantias absolutas. Não há planos à prova de fracassos, nem projeto que mereça perfeita confiança. Não se consegue estabelecer as coisas de modo a eliminar todos os riscos. O viver e o arriscar são inseparáveis, eles caminham sempre de mão dadas. Todos os que voam arriscam-se a quedas. Os que dirigem carros arriscam-se a colisões. Os que correm, ar­riscam-se a cair. Os que caminham, arriscam-se a tropeçar. Todos quantos vivem arriscam alguma coisa.

    Felizmente, nem todos optam pela seguran­ça, nem todos aceitam respeitar o medo. Algumas pessoas venceram, a despeito dos riscos. Alguns atingiram a grandeza, a despeito da adversidade. Recusaram-se a dar ouvidos aos seus temores, porque nada do que alguém disse ou fez conseguiu frustrá-los. É exatamente nesse contexto que podemos incluir Barnabé e seu espírito con­ciliador.

    Na época de Barnabé a palavra de um ho­mem valia mais que qualquer documento em nos­sos dias. A reputação e o caráter eram coisas mui­to sólidas. Ao apresentar Saulo e integrá-lo entre os apóstolos, Barnabé estava colocando em jogo sua própria dignidade, ele se tornara o salvo con­duto, o fiador de Saulo, a base da credibilidade daquele novo homem.

    Quando uma empresa conceituada almeja contratar um candidato, é comum submetê-lo a exames admissionais de acordo com os padrões internos da empresa. O candidato deverá prestar exames de saúde, passar por uma pesquisa de an­tecedentes criminais, SPC, SERASA, e qualquer outra coisa que possa comprometer sua idoneida­de. Se nada constar contra ele, o candidato ocu­pará a vaga que a empresa oferece.

    No ministério, os critérios não são muito di­ferentes, podem ser até mais rígidos em relação a novos obreiros, devido à oscilação e testemunho dos mais antigos. Sabemos que um ministério não se constrói do dia para a noite, e que um líder res­ponsável não apresenta candidatos baseando-se apenas numa amizade, e sim na vida prática que eles apresentam. Um grande líder também não descarta um candidato com base em uma vida pregressa. Ele ouve seu testemunho, o avalia e, se for o caso, integra-lhe ao ministério. Foi desse modo que Barnabé agiu.

    A ação de Barnabé, hoje, indica que sua vi­são e sua sensibilidade eram bem apuradas. Mas, comparando-nos a ele, todos nós corremos ris­cos ao indicarmos alguém. Porque o presente, nós podemos analisar, mas em se tratando de futuro, isto está além de nossa visão. Quem pode nos garantir que dará certo? Isto fica a critério de Deus e da responsabilidade de cada um. Porém, isto não nos isenta de correr o risco de acreditar e apostar na vida de pessoas. Barnabé fez isso, e hoje sabemos que ele não falhou.

    SAULO, O PERSEGUIDOR

    Você deve ter prestado atenção a essas pa­lavras: “Andei a caça dos cristãos, perseguindo-os até a morte… Eu costumava pensar que deveria fazer muitas coisas terríveis contra os seguidores de Jesus; aprisionei muitos dos cristãos… E quando eram condenados à morte, dava o meu voto contra eles… Eu utilizava tortura para tentar fazer os cristãos por toda parte amaldiçoarem Cris­to. Era contra eles com tal violência que persegui todos até em cidades distantes, em terras estrangeiras”. Já imagi­nou o que Saulo representava para a comunidade apostólica? Já imaginou onde Barnabé estava co­locando sua reputação? Será que faríamos o mes­mo hoje?

    Saulo era um homem zeloso que fazia tudo em nome da religião. Ele pensava estar fazendo um bem para a humanidade ao exterminar, sem dó, os seguidores de Jesus. O capítulo nove de Atos dos apóstolos apresenta Saulo sob um perfil arrasador.

    Ele estava a ponto de perder o controle, sua raiva se intensificava cada vez mais, estava com­pletamente cego em seu intento. Ele nutria em seu coração um ódio tão grande que nem mesmo a distância o impedia. Ele estava disposto a ir a terras distantes para capturá-los. Nenhum cristão daquele tempo ficaria tranquilo ao encontrar-se face a face com Saulo.

    Segundo o historiador Flávio Josefo, quando Saulo pediu cartas para ir a Damasco, uma úni­ca razão havia em seu coração, seu esforço seria compensado pelo número de mortes que reali­zaria por lá. Damasco distava 160 quilômetros de Jerusalém, e Saulo tinha acesso aos dados do censo, sabia que grande número de judeus rene­gados haviam buscado refúgio em Damasco. Sua estratégia era atacar em massa, capturá-los e levá-los ao tribunal. Mas, felizmente, Jesus interveio na história e frustrou a Saulo.

    Fico pensando, se, porventura, Barnabé não tivesse entrado no caminho de Saulo, e se Barnabé fosse um desses crentes religiosos demais. Talvez ele voltasse a ser o que era, ou jamais teria sido o que foi. É interessante notar como as pessoas agem com surpresa e ceticismo quando pessoas de renome se convertem a Cristo. O nos­so problema é que confundimos conversão com maturidade. John Wesley disse: “um crente se faz em um minuto, um santo é trabalho para anos”.

    Na verdade, gostaríamos que esses novos convertidos já estivessem transformados, antes mesmo de lhes dar nosso aval de cristão experientes. Infelizmente, é nessa hora que esquece­mos alguns detalhes de nosso miserável passado e do modo como a mesma graça operou a nosso favor. Não existe pessoa que, por mais sincero, brilhante, ou submisso, se torne instantaneamen­te maduro. Este é um processo que dura uma vida inteira.

    O episódio da salvação é apenas a porta de entrada. O caminho da santidade é descoberto à medida que caminhamos, o que pode nos levar a ser mais ou menos santos, o que dependerá muito daquilo de que nos abstemos para melhor ser­vir. Ninguém serve a Jesus Cristo sem que nada perca, todos devem perder alguma coisa. Afinal, quem não renuncia jamais se tornará um discípu­lo (Lc 14.25-27).

    Muitas pessoas nasceram em berço evangé­lico, não sabem, por exemplo, o que é tirar a vida de alguém, e até se qualificam como modelo em sua vizinhança. Não são vulgares, não sonegam impostos, não magoam a quem amam, nem saem por aí escandalizando os outros. Todavia, estão muito longe de se encontrarem justos diante de Deus, e até que tenham entregado suas vidas a Jesus Cristo, ainda estão perdidos como Saulo na estrada de Damasco.

    Seria importante lembrarmos que a mesma graça que salva alguém tremendamente limpo, também salva alguém tremendamente sujo, e que o     sangue de Jesus é capaz de purificar até mesmo aquilo que jamais pensamos ser limpo. Barnabé tinha isso em mente quando resolveu ajudar a Saulo. Ele sabia que era fruto da misericórdia e graça divinas, era um homem de bem, totalmente oposto ao testemunho de Saulo, mas era acima de tudo cheio do Espírito Santo, virtude que o capacitava a identificar a obra que Jesus já havia começado.

    Deus tem propósitos que dificilmente com­preenderemos com olhares naturais. E isto não é coisa nova para nós. Seus propósitos divinos revelam-se muitas vezes por meio de conexões estabelecidas em nossas amizades, colegas de tra­balho e parentes. Podendo nos tornar em grandes fontes de bênçãos e crescimento para eles, e eles para nós. Deus sempre moverá as peças de en­caixe que a nós se unirão para que seu projeto se concretize.

    Deus tinha Israel, mas precisava de Moisés para conduzi-los; Deus tinha Elias, mas precisava de Eliseu para derrotar Jezabel; Deus deu sonhos a José, mas fez faraó sonhar para que José os rea­lizasse. Deus se apresenta para Saulo, mas Barnabé aparece para que ele se transforme em Paulo. Deus trabalha com pessoas e conta com elas.

    Já tentou imaginar quantas pessoas trabalha­ram em sua vida para você se tornar o que é hoje? Quantas pessoas importantes trabalham nosso caráter ao longo da vida, não é? Saiba que para cada Saulo que existir, Deus terá um Barnabé com quem contar. Isto não é maravilhoso?

    BARNABÉ, O CONCILIADOR

    “O evangelho precisa de pontes de ligação que pro­movam e não de muros de separação que impeçam”.

    Diante de Barnabé encontrava-se uma joia muito preciosa que precisava ser polida para que seu valor sobressaísse entre as demais. Aquilatar o valor da joia cabia somente a Barnabé e a mais ninguém naquele momento. Ele deveria tomar uma grande decisão em sua vida. Gosto muito da expressão usada por Lucas em Atos 9.27 que diz: “tomando-o consigo”. Esse termo no grego é “epilambanomai” e significa: “tomar posse de, apoderar-se de algo com as mãos”. De forma metafórica significa: “livrar, socorrer alguém do perigo”.

    Saulo, na verdade, não corria perigo, con­tudo, não possuía ainda credibilidade entre os apóstolos do Senhor. Todavia, se naquele precio­so momento, não fosse reconhecido como um cristão converso, poderia representar uma grave perda para o cristianismo. Lucas nos apresenta a visão que os discípulos tinham a seu respeito: “E, quando Saulo chegou a Jerusalém, procurava ajuntar-se aos discípulos, mas todos o temiam, não crendo que fosse discípulo” (At 9.26).

    Naqueles dias, trabalhar com o reconheci­mento da liderança apostólica era estar apto para anunciar o evangelho. De certo, as notícias a respeito de Saulo já deveriam correr entre os discí­pulos. De como testemunhava e como foi salvo num cesto pelos crentes de Damasco, local onde encontrou o Senhor e foi visitado pelo intrépido Ananias (At 9. 10-16). Assim, Barnabé tomou-o pela mão e levou-o aos apóstolos, ele identifi­cou o valor daquele diamante bruto e o integrou. Aquele ato tornou possível o crescimento, a vida e a longevidade de um ministério que principiava. Precisamos de pontes assim em nossos dias.

    A vida é um verdadeiro campo de batalhas. Nem sempre se ganha, nem sempre se perde, mas é preciso arriscar, é preciso tomar decisões. A função do medo é roubar nossa coragem, é nos deixar trêmulos e tímidos. O medo deseja nos manipular com o misterioso, nos insultar com o desconhecido. Devemos temer a morte, o fracas­so, o amanhã é até o próprio Deus. O repertório do medo é muito vasto, seu objetivo é criar almas covardes e sem alegria.

    O medo não deseja que alcancemos a mon­tanha, ele acredita que enquanto nos sacudir bas­tante tiraremos os olhos das alturas, partindo para uma vida monótona e vazia. Você conhe­ce algum medroso que se tornou herói? Todos nós temos que estar dispostos a assumir riscos. Porém, os riscos não são bem vindos a pessoas extremamente racionais, que vivem com seus pés fincados no chão. O que diferencia um herói de um covarde é somente a ação. Um age e outro não. Essa é a diferença.

    Você acha que Barnabé não foi questionado em seu tempo? Claro que sim. Mas ele teve co­ragem, deu a face para bater, acreditou que aquilo que fazia era o certo. Quando Saulo foi a Jeru­salém, os irmãos agiram com desconfiança, pois acreditavam ser Saulo um espião da fé cristã. As­sim, por medo, se afastavam dele. Mas Barnabé sabia que ele precisava de uma oportunidade, que agora era um novo homem, capaz de arriscar sua vida em prol do evangelho.

    Barnabé era um homem de elevada estatu­ra espiritual e de poderosa influência entre os apóstolos do Senhor. Ele gozava de toda a consideração e respeito deles por causa da sua sin­ceridade, generosidade e espontaneidade. Bar­nabé, porém, possuía algo que todo líder deve ter: “poder de decisão”. Líderes que não decidem servem para que? Se tudo se devem perguntar, a quem lideram afinal?

    Como é triste quando em nossos gabinetes perdemos horas com líderes que em tudo depen­dem de orientação. Barnabé sabia o que devia fa­zer na hora que devia fazer. Há coisas sobre as quais nem precisamos consultar a Deus, elas já estão claras, é só agir. Já se perguntou quando foi que Deus mandou Davi enfrentar Golias? Não há nada escrito, nenhuma ordem, Davi decidiu, foi lá e o derrubou. Este tipo de atitude é que falta em muitos líderes hoje.

    Bem antes de apresentar Saulo e introduzi-lo na comunidade apostólica, Barnabé ouviu seu testemunho acerca de como o Senhor lhe havia aparecido. Ele não abusou de ser tão espiritual ao ponto de apenas crer sem investigar (At 17.11). Barnabé também fez um relato, testemunhando de como em Damasco Saulo discursava ousada­mente em nome de Jesus. “Então Barnabé, toman­do-o consigo, o trouxe aos apóstolos, e lhes contou como no caminho ele vira ao Senhor e lhe falara, e como em Da­masco falara ousadamente no nome de Jesus” (At 9.27).

    Outro fato importante é que não existem registros que afirmem que Barnabé pudesse ter contato anterior ou já conhecesse Saulo. Mas é possível que já houvesse um contato prévio entre eles, pelo fato de ambos terem morado em Jeru­salém. É bem provável que os rumores acerca do novo Saulo já tivessem chegado a seu conheci­mento. Embora tenhamos tais suposições, o mais importante é saber que Deus levantou um Saulo e que o utilizaria de alguma forma, e que Barnabé era a peça chave para que o plano divino através de “Saulo”, que mais tarde seria chamado de “Pau­lo”, se cumprisse.

    AIMPORTÂNCIA DE BARNABÉ NA VIDA DE SAULO

    Com Barnabé aprendemos a importância de se inquirir, investigar e dar oportunidade a preciosas joias no Reino de Deus. Ele não tirou conclusões precipitadas, mas esclareceu aos de­mais amigos de ministério que Saulo agora era um deles e havia abraçado a mesma fé.

    A princípio, Barnabé evitou Saulo, ele era um perseguidor, um matador por excelência. Mas agora, a história é outra. Saulo está do ou­tro lado, tornou-se amigo e quer provar seu va­lor arriscando a própria vida pela causa do evan­gelho, a ponto de fugir em um cesto pelo muro da cidade. De tudo isso Barnabé tomou conhe­cimento.

    Ainda que tenha evitado Saulo por uma questão de segurança, agora não havia mais o que temer, Saulo estava testemunhando em fa­vor de Cristo, e eles se tornaram irmãos. Essa renovação pelos laços da fé fez de Barnabé uma peça chave na vida de Saulo e possibilitou a apresentação daquele que se tornaria o maior vulto do Novo Testamento, após o Senhor Jesus.

    Nossa vida é marcada pelas escolhas que fazemos. É claro que nem sempre a vontade de Deus está totalmente clara, e com relação a isso podemos até nos equivocar. Mas ninguém segui­rá por muito tempo um líder temeroso e inde­ciso. A liderança de um homem é demonstrada por sua capacidade de tomar decisões, mesmo que os resultados delas não sejam aparentes. Hoje sabemos o que aquela decisão tomada por Barnabé provocou no cristianismo. Amados, até hoje Paulo tem influência na história.

    Infelizmente, existe em nossos dias um comportamento destrutivo que atua tentando atrapalhar, desconstruir e eliminar toda figura que se projete no cenário evangélico, seja no cír­culo da congregação local, denominacional, ou política. Muitas vezes são até líderes que já ultrapassados e sem vigor para se renovar, não visu­alizam o reino, e sim seus próprios ministérios. Amados, os ministérios passam e o evangelho sempre avançará. E se não prepararmos o cami­nho, como serão as próximas gerações? Pode­mos ter certeza de que Barnabé sempre pensou no bem estar do reino, nunca em si mesmo.

    Quando um líder possui uma elevada estatura espiritual e graça para discernir as coisas es­pirituais, entende também que cada estrela tem a sua própria dimensão e a glória que Deus depo­sitou sobre ela. Barnabé não somente facilitou o acesso de Saulo, mas eliminou os bloqueios que havia em sua vida e possibilitou o seu cres­cimento.

    Bem sabemos que há pessoas com chamado de Deus, desejosas de fazer a obra, mas, como Saulo no início de sua carreira, eles estão preci­sando de alguém que lhes dê oportunidades para que mostrem o seu valor. Mais adiante veremos como Saulo se tornou Paulo, o grande apósto­lo dos gentios, que disseminou o evangelho em todas as partes do Império Romano. Tudo isso foi fruto de uma apresentação inicial, comunhão crescente de um homem que resolveu acreditar no outro. Será que já imaginamos o que seria um Saulo se não houvesse um Barnabé?

    Quanto ao Novo Testamento, quase a me­tade é de autoria de Paulo, são treze cartas escri­tas por ele sob a inspiração do Espírito Santo. Essa correspondência pessoal paulina tornou-se um legado doutrinário de grandioso valor, ao lado dos outros escritos do Novo Testamento, e, que, juntos, se completam mutuamente. Com isso aprendemos que nossos movimentos no Reino de Deus, sob a direção do Espírito San­to, podem atingir pessoas e gerações que jamais imaginamos. Barnabé deixou um legado e Paulo escreveu uma história. Dá pra imaginar a impor­tância de Barnabé na história?

    Tudo o que fazemos reflete nos outros. É claro que poderemos reproduzir gestos como os de Barnabé, que não tomarão jamais a mesma proporção histórica, entretanto, ele fez o que precisava ser feito, e a nós compete fazer aquilo que nos cabe fazer, na certeza que no tempo de­vido colheremos o fruto de nossas decisões para o Reino. Ainda hoje podemos construir uma história que fique na memória eterna de Deus, lançando-nos em sua vontade e sendo um arco para lançar outros que façam história também.

    Todo cristão que anda por fé e todo o líder espiritual assumem riscos sob a orientação do Senhor, como fez Barnabé. Se tivermos a oportunidade de fazer o bem e de prover o cresci­mento pessoal e desenvolvimento espiritual de um irmão, façamos isso hoje. Barnabé agarrou a Saulo, que se transformou numa personalida­de tão vultuosa, que ultrapassou a ele próprio popularidade histórica. Não tenha medo de ser superado. A descoberta de Barnabé somou para o Reino, não para si.

    “Um dos mais elevados deveres humanos é o dever do encorajamento… É fácil rir dos ideais dos homens; é fácil despejar água fria no seu entusiasmo; é fácil desenco­rajar os outros. O mundo está cheio de desencorajadores. Vemos o dever de encorajar-nos uns aos outros. Muitas vezes uma palavra de reconhecimento, ou de agradeci­mento, ou de apreço, ou de ânimo tem mantido um ho­mem de pé”. Willian Barclay

     

    Bibliografia Pr Abner Ferreira

     

    (mais…)

  • Lição 1 – Barnabé, um líder destacado

    Líder é uma pessoa ou um produto que alcançou alguma liderança numa área de atuação (por exemplo na política) ou num segmento de mercado ou segmento da sociedade.
    Liderança é o processo de conduzir um grupo de pessoas, transformando-o numa equipe que gera resultados. É a habilidade de motivar e influenciar os liderados, de forma ética e positiva, para que contribuam voluntariamente e com entusiasmo para alcançarem os objetivos da equipe e da organização. Assim, o líder diferencia-se do chefe, que é aquela pessoa encarregada por uma tarefa ou atividade de uma organização e que, para tal, comanda um grupo de pessoas, tendo autoridade de mandar e exigir obediência.Para os gestores atuais, são necessárias não só as competências do chefe, mas principalmente as do líder.

    Barnabé

    O Senhor convoca para sua obra aqueles que não estão presos aos valores desta vida. “E, servindo eles ao Senhor, e jejuando, disse o Espírito Santo: Apartai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado” At. 13:2
    Barnabé significa “filho da consolação”. Ele surgiu no cenário do Novo Testamento como um exemplo digno de ser seguido por todos os crentes hoje. Homem simples, desprendido, deu provas de sua conversão quando vendeu sua herança para colocá-la aos pés dos apóstolos. Mais tarde conduziu Saulo aos apóstolos e o apresentou à igreja. Natural de Chipre, Barnabé perma­neceu em Jerusalém envolvido na Obra de Deus, sendo mais tarde chamado pelo Espírito Santo para a Obra Missionária. Que o Senhor levante muitos “Barnabés” hoje, nestes dias finais da igreja na terra.
    BARNABÉ, UM HOMEM DESPRENDIDO
    O livro de Atos diz que no princípio da igreja não havia necessitado algum, pois os que tinham alguma coisa vendiam e depositavam a quantia aos pés dos apóstolos (At 4.34). Barnabé, como um homem convertido, não ficou de fora desta maneira de cooperar com a Obra de Deus (At 4.37). Ainda hoje Deus usa os recursos que deu ao seu povo para beneficiar sua Obra na terra.
    A generosidade é uma característica que deve ser constante no crentepois ela existe em função do insondável e constante amor de Deus para conosco. O apóstolo Paulo lembra isto aos crentes de Corinto, quando lhes pede que contribuam com suas ofertas em favor dos cristãos pobres da Judéia: “Porque já sabeis a graça de nosso Senhor Jesus, que, sendo rico, por amor de vós se fez pobre; para que pela sua pobreza enriquecêsseis”. Não há maior exemplo de amor do que este.

    a) Barnabé, filho da consolação – Não se sabe na verdade como Barnabé chegou a Jerusalém. Entendem alguns comentaristas que ele foi para as festas judaicas, pois era levita, e por ali ficou, atraído pela Igreja de Cristo. Logo foi chamado pelos apóstolos de Barnabé (que traduzido é Filho da consolação), certamente por sua maneira sincera e desprendida para ajudar (At 4.36).
    Barnabé era levita, da família sacerdotal dos judeus. Não temos pormenores acerca de sua conversão mas uma vez que ele tinha parentes em Jerusalém, pode ser que se tenha tornado cristão em uma de suas visitas. Um grande número de judeus dispersos haviam voltado a Jerusalém para comemorar a festa do Pentecostes. Talvez ele tenha ouvido falar de Cristo nesta ocasião e resolveu não voltar a Chipre.

    b) Barnabé vendeu sua herdade – Segundo o dicionário, herdade significa: “uma grande propriedade rural, composta em geral de terras de semeadura e casas de habitação.” Foi algo assim que Barnabé vendeu para ajudar a Obra de Deus naqueles dias. Uma lição de desprendimento das coisas materiais. O mesmo espírito que testificou a Barnabé, falou a Paulo e ele escreveu a Timóteo dizendo: “Porque nada trouxemos para este mundo, e manifesto é que nada podemos levar dele” (I Tm 6.7).

    O crente que contribui com Liberdade para a obra de Deus está promovendo a glória do nome do Senhor, pois qualquer irmão que estiver passando dificuldades financeiras e for beneficiado pelas contribuições da igreja (dízimos e ofertas), certamente glorificará Deus pelo cumprimento da, sua palavra. Assim escreveu o salmista: “Aqueles que buscam o Senhor de nada têm faltae “O Senhor conhece os dias dos retos, e a sua herança permanecerá para sempre. Não serão envergonhados nos dias maus, e nos dias de fome se fartarão” (Sl 34.10; 37.18,19).

    c)  Barnabé, um homem fiel – A fidelidade de Barnabé é inquestionável, pois a própria Bíblia diz: “Possuindo uma herdade, vendeu-a, e trouxe o preço, e o depositou aos pés dos apóstolos” (At 4.37). Note a expressão “trouxe o preço”, Barnabé não agiu como Ananias e Safira que trouxeram apenas “uma parte” (At 5.1,2), ele trouxe tudo. Nossa fidelidade é medida diante de Deus de acordo com a entrega que fazemos.

    Barnabé compreendeu que era aflitiva a situação da igreja. Vendeu uma propriedade e entregou o dinheiro para ser usado no trabalho. Antes de converter-se, Barnabé talvez pensasse que os bens fossem realmente seus, mas agora ele via as coisas de outra maneira: Deus é o dono de tudo, e nós somos mordomos. Há muitos crentes nas igrejas que retêm e usam indevidamente aquilo que não lhes pertence. Deus exige o dízimo para o sustento do seu trabalho.

    BARNABÉ, UM HOMEM AMIGO

    Todos tinham prazer em estar com Barnabé e desfrutar de sua amizade. Barnabé mostrou-se amigo de Saulo e o ajudou nos primeiros passos da vida cristã. Como é bom poder ajudar um novo crente e introduzi-lo no seio da igreja, conduzindo-o aos cultos, ensinando-lhe os hinos e a Bíblia. Disto nasce uma grande amizade espiritual.

    a)  O homem que ajudou Saulo – Barnabé foi o homem usado por Deus para ajudar Saulo no contato com a igreja de Jerusalém. Foi lá que Saulo passou por um teste difícil: “E, quando chegou á Jerusalém, procurava ajuntar-se aos discípulos, mas todos o temiam, não crendo que fosse discípulo” (At 9.26). Entrou em cena Barnabé, que com seu espírito sempre pronto, rompeu com as barreiras e não temendo aquele que antes era “o perseguidor” o apresentou diante de todos. Devemos agir sempre como manda a Bíblia, não fazendo acepção de pessoas, pois todos somos iguais perante Deus (At 10.34).

    Três anos se passaram sem que se ouvisse a respeito de Saulo. Quando ele apareceu em Jerusalém e quis juntar-se aos crentes, a primeira recordação foi a de que ele ia de casa em casa arrastando crentes para a prisão e morte. Quando todos o consideravam inimigo, surgiu Barnabé, que creu no seu testemunho e ficou como fiador da sua palavra.b)

    O homem que se uniu a Saulo – A partir do encontro com Saulo, Barnabé se uniu a ele e tornaram-se grandes amigos: “Então Barnabé tomou-o consigo… ”(At 9.27). Isto era tudo o que Saulo precisava naquele momento de sua vida espiritual. Como é confortante saber que quando chegamos na Casa de Deus somos bem recebidos, que haverá sempre alguém para nos acompanhar e nos ajudar. Barnabé influenciou a vida ministerial de Paulo através da união cristã (Sl 133).

    O interesse de Barnabé voltava-se para o crescimento da obra. Sentiu que a igreja necessitava de mais obreiros. Lembrou-se de Paulo, que estava em Tarso, e foi buscá-lo. Até esse momento, aquele que seria o grande apóstolo, permanecia em obscuridade. Por ciúme ou por medo, apesar do primeiro esforço de Barnabé para integra-lo no trabalho, Paulo não tinha tido oportunidade. O Espírito Santo, que orientava a vida de Barnabé, fez que ele buscasse o homem certo para o lugar certo. Teria sido grande prejuízo para o cristianismo se Barnabé não tivesse levado Paulo para a Antioquia.

    c)  O homem que testemunhou de Saulo – Diante dos apóstolos Barnabé não teve dúvidas em testemunhar de Saulo, dizendo inclusive de sua conversão no caminho de Damasco: “…e lhes contou como no caminho vira ao Senhor e lhe falara, e como em Damasco falara ousadamente no nome de Jesus” (At 9.27). O testemunho de Barnabé e a genuína conversão de Saulo trouxeram paz às igrejas (At 9.31).

    O que em realidade sabemos é que Barnabé resolveu virar a chave e abrir aporta para Paulo. A História sempre tratará Paulo como um dos maiores dirigentes do Cristianismo e do mundo. Mas os que leem o livro de Atos conhecem a história que há por trás disso. Barnabé permitiu que o famoso apóstolo se apoiasse em seus ombros.

    BARNABÉ E ENVIADO PELA IGREJA

    A perseguição levou os discípulos a evangelizarem em áreas mais distantes: “E os que foram disper­sos pela perseguição que sucedeu por causa de Estêvão caminharam até à Fenícia, Chipre e Antioquia, não anunciando a ninguém a palavra senão somente aos judeus” (At 11.19). Diante dessa nova neces­sidade espiritual, a igreja de Jerusalém enviou Barnabé à Antioquia (At 11.22).
    Não tardou que chegasse a Jerusalém a notícia do que os irmãos realizavam em Antioquia. A igreja resolveu enviar Barnabé para investigar a natureza dotrabalho, instruir e ajudar os novos convertidos. Quando ele chegou “e viu a graça de Deus, se alegrou” (At 11.23). Longe de sentir inveja por ver como Deus fazia prosperar a obra daqueles irmãos leigos, Barnabé se alegrou. Quão bom seria que sempre nos alegrássemos com as vitórias dos nossos irmãos nas lides do evangelho!

    a) Barnabé diante da neces­sidade da igreja – Barnabé estava sempre disposto a cooperar com a igreja em suas necessidades evangelísticas, pois ele era também um evangelista. Ele não mediu esforços para ir à Antioquia que distava cerca de quinhentos quilômetros ao norte de Jerusalém, e que naqueles dias era uma grande e populosa cidade. Neste ambiente de fé e misticismo chegou Barnabé para fortalecer os novos convertidos e estabelecer a igreja de Cristo: “Oqual, quando chegou , e viu a graça de Deus, se alegrou…”(At 11.23).

    b) Barnabé estimulou a igreja – A mensagem de Barnabé à igreja era uma mensagem de estímulo espiritual: “… exortou a todos a que permanecessem no Senhor com propósito do coração” (At 11.23). Esta deve ser a mensagem para a igreja hoje, quando muitos estão perdendo o fervor espiritual e desviando-se do verdadeiro propósito de servir a Deus.

    c) Barnabé, um homem de fé – O livro de Atos diz acerca de Barnabé: “Porque era homem de bem, e cheio do Espírito Santo e de fé” (At 11.24). Para se iniciar um trabalho é necessário que haja em nós as qualidades espirituais que existiam em Barnabé. Conhecendo o testemunho de Barnabé, a igreja de Jerusalém sabia que os crentes de Antioquia estavam em boas mãos. A Bíblia diz: “E muita gente se uniu ao Senhor”(At 11.24). Este é o resultado quando dedicamos nossa vida no altar de Deus e o servimos de coração.

    BARNABÉ, UM HOMEM DEDICADO

    Antioquia tornou-se o centro do cristianismo gentílico e, diante disso, o Concilio de Jerusalém resolveu, com a direção do Espírito Santo, aconselhar àqueles novos crentes a continuarem a desfrutar da Graça de Deus (At 15.28). E para consolidar esta Palavra lá estava o incansável Barnabé: “E Paulo e Barnabé ficaram em Antioquia, ensinando e pregando com muitos outros, a palavra do Senhor” (At 15.35). Como é maravilhoso ter em pontos estratégicos da Obra homens de grande dedicação espiritual.

    Para libertar os crentes novos das imposições cerimoniais dos judaizantes, Paulo e Barnabé tiveram de sustentar uma grande luta em Jerusalém e, depois, nocampo missionário. O evangelho estava para expandir-se para o Ocidente e em breve estaria em terras da Europa. Multidões de pagãos entrariam para a igreja cristã. Os fariseus convertidos revelaram a disposição de impor-lhes o jugo da lei, e foi de importância trans­cendental estabelecer-se a doutrina da salvação pela fé como ensino da igreja nascente. Esta decisão, iluminada, pelo Espírito Santo, impediu que a igreja cristã ficasse presa aos pórticos das sinagogas judaicas.

    a) Barnabé, um homem de visitas – Barnabé, e Paulo empreenderam um trabalho de visitas ao novos crentes para consolidar a fé em Cristo Jesus: “E alguns dias depois disse Paulo a Barnabé: Tornemos a visitar nossos irmãos…” (At 15.36). É muito importante o trabalho de visitas na Obra do Senhor. Em geral a visita restaura a fé do fraco e o edifica no Reino de Deus. Oxalá o Senhor nos dê hoje muitos obreiros visitadores, a fim de que sua Casa seja edificada e fortalecida em nome de Jesus.
    Em Atos 15.35 lê-se que “Paulo e Barnabé demoraram-se em Antioquia, ensinando e pregando com muitos outros a palavra do Senhor” Devidamente doutrinada, a igreja pode ouvir a entender a voz do Espírito Santo e oferecer os melhores obreiros para o trabalho missionário. E o Espírito Santo quem guia, inspira, e orienta a obra.

    b) Barnabé e seu sobrinho João Marcos – Desde cedo Barnabé aprendeu que a Obra de Deus necessita de colaboradores, para isto ele deu oportunidade a seu sobrinho, João, chamado Marcos, para que pudesse acompanhá-lo em suas viagens missionárias, mas neófito, o moço não foi aprovado por Paulo, o que lhe causou a perda do companheiro (At 15.39). As vezes, na Obra de Deus, acontecem percursos na viagem, precisamos pois da sabedoria divina para nos conduzirmos com prudência (At 15.37).

    Barnabé decidira levar consigo a Marcos. Paulo por sua vez rejeitou a ideia, alegando que Marcos os havia deixado em meio à viagem anterior, voltando a Jerusalém. Tal contenda causou a divisão entre ambos: Barnabé, acompanhado de Marcos, foi novamente a Chipre.

    c) O novo companheiro de Barnabé – Diante da decisão de Paulo, Barnabé seguiu viagem com seu sobrinho que, mais tarde, tomou- se útil para o ministério (II Tm 4.11). Certamente o jovem discípulo Marcos muito aprendera com este exemplar homem de Deus. Ainda hoje precisa­mos conduzir os jovens obreiros com paciência para que possamos vê-los aprovados na Obra de Deus. A paciência exercitada com prudência nos traz resultados positivos.

    CONCLUINDO

    As qualidades de Barnabé espa­lhadas no livro de Atos são louvadas por muitos até hoje. Barnabé destacou-se essencialmente como um homem de exortação e reconciliação, qualidades que jamais podem ser desprezadas. A lição de generosidade nos deixada por ele, ainda fala aos corações duros e fechados para contribuir para a Obra de Deus. Barnabé se foi, mas deixou-nos um exemplo a ser seguido.

    Bibliografia Pr. Mauricio Ferreira

    Do site:
    http://www.ebdareiabranca.com/2011/4trimestre/sumario.htm

    mais ajudas:
    http://portadesiao.blogspot.com

    para ajudas sobre Ananias e safira:
    http://ensinodominicalbetel.blogspot.com/2011_01_01_archive.html

     

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  • Criação o Propósito da Unidade – Subsidio EBD Central Gospel – Lição 3

     

    Texto Áureo “No principio criou Deus os céus e a terra ”Gênesis 1.1

    Introdução

    O propósito da Criação Aprendemos que tudo o que Deus faz tem um propósito, nada e feito ao acaso e a criação também não é obra do acaso não foi uma grande explosão que é apresentada pela teoria do Big Bang , em que existia algumas misturas de partículas subatômicas que se moviam aproximas a velocidade  da luz e que aproximadamente, 10 ou 20 bilhões de anos atrás aconteceu e essa explosão cósmica que liberou uma grande liberação de energia, criando , espaço e tempo. Mais ninguém pode afirmar isso com certeza absoluta, somente Deus tem a resposta para a criação de tudo, para se acreditar no Big Bang o camarada tem que ter muita fé. Então nada e obra do acaso vejamos algumas referencias bíblicas.

    Muitos propósitos há no coração do homem, porém o conselho do SENHOR permanecerá.
    Provérbios 19:21

    Que anuncio o fim desde o princípio, e desde a antiguidade as coisas que ainda não sucederam; que digo: O meu conselho será firme, e farei toda a minha vontade. Isaías 46:10 Para que agora, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus seja conhecida dos principados e potestades nos céus, Segundo o eterno propósito que fez em Cristo Jesus nosso Senhor. Efésios 3:10-11

    Mas nos dias da voz do sétimo anjo, quando tocar a sua trombeta, se cumprirá o segredo de Deus, como anunciou aos profetas, seus servos. Ap 10: 7

    O propósito e nos revelado em Ef 1 9-10 : Descobrindo-nos o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em si mesmo, De tornar a congregar em Cristo todas as coisas, na dispensação da plenitude dos tempos, tanto as que estão nos céus como as que estão na terra;

    Deus criou tudo em unidade os seus propósitos são inseparáveis a criação, os seres humanos, somos o que somos porque Ele é. O fim principal do homem e glorificar a Deus e desfrutá-lo para sempre.

    1- A Bíblia declara a Criação

    Tanto no Novo quanto Velho testamento vemos a declaração de que Deus criou tudo pelo ato da sua soberana vontade, tudo foi criado por Ele e para Ele. Ne 9.6 Paulo em Atenas reforça a dependência (At 17.25b,28) Comentário – Como pode o homem insistir em viver fora da dependência de Deus, já pensaram nisso, nos dias atuais todas as pessoas buscam sua independência, seja ela financeira ou não. Esposas estão buscando sua independência em relação ao marido, filhos querem independência dos pais, e por ai segue essa busca.

    Mais o homem não que a dependência de Deus, o ser – humano insiste em viver fora dos cuidados do bom e eterno Pai. Qualquer tentativa de ser independente acaba em fracasso e derrota. Jesus nos ensina através da parábola do filho pródigo que qualquer tentativa dessa perderá os amigos, passará a comer e viver com os animais (porcos)  Assim aconteceu com Nabucodonosor.

    Daniel 4 29-35 Ao fim de doze meses, quando passeava no palácio real de babilônia, Falou o rei, dizendo: Não é esta a grande babilônia que eu edifiquei para a casa real, com a força do meu poder, e para glória da minha magnificência? Ainda estava a palavra na boca do rei, quando caiu uma voz do céu: A ti se diz, ó rei Nabucodonosor: Passou de ti o reino. E serás tirado dentre os homens, e a tua morada será com os animais do campo; far-te-ão comer erva como os bois, e passar-se-ão sete tempos sobre ti, até que conheças que o Altíssimo domina sobre o reino dos homens, e o dá a quem quer. Na mesma hora se cumpriu a palavra sobre Nabucodonosor, e foi tirado dentre os homens, e comia erva como os bois, e o seu corpo foi molhado do orvalho do céu, até que lhe cresceu pelo, como as penas da águia, e as suas unhas como as das aves. Mas ao fim daqueles dias eu, Nabucodonosor, levantei os meus olhos ao céu, e tornou-me a vir o entendimento, e eu bendisse o Altíssimo, e louvei e glorifiquei ao que vive para sempre, cujo domínio é um domínio sempiterno, e cujo reino é de geração em geração. E todos os moradores da terra são reputados em nada, e segundo a sua vontade ele opera com o exército do céu e os moradores da terra; não há quem possa estorvar a sua mão, e lhe diga: Que fazes?

    A Bíblia relata também no livro de Apocalipse 3.17, assim: “Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta (e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu);

    João15.5: Eu sou a videira, vós, as varas; quem está em mim, e eu nele, este dá muito fruto, porque sem mim nada podereis fazer.

    1.2 A unidade da criação na Natureza

    A flora, a fauna, os ecos sistemas, as estações do ano, a água, o ar e toda a harmonia dos mecanismos que o planeta Terra possui para manter a vida são obras incomparáveis do poder criador de Deus.   A cadeia alimentar, a renovação da natureza, o crescimento de tudo seque uma harmonia e sintonia perfeita criando um ambiente perfeito para que haja vida.

    Olhai para as aves do céu, que nem semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas? Mateus 6:26

    O pecado do homem quebrou a unidade e a harmonia da natureza.

    Sabemos que toda a natureza criada geme até agora, como em dores de parto. Romanos 8:22

    Existem os que acreditam que Deus e a natureza são a mesma coisa são chamados de panteístas. O panteísmo é uma palavra derivada do grego pan e théos, significa “tudo é Deus”. Os panteístas identificam Deus com o universo ao dizer: “Deus não é diferente ou distinto do universo. Deus é tudo quanto existe; e tudo quanto existe é Deus”.

    2 – A Criação do Homem Manifesta o Propósito Divino da Unidade

    Deus criou, para viver em comunhão com ele e ter vida através da providência divina, mais o homem pecou escolhendo outro caminho e perdeu essa comunhão e unidade, com Deus. A  maior conseqüência do pecado e nos afastar da presença de Deus Deus disse para Josué que não seria mais com o povo, enquanto houvesse pecado no arraial de Israel. Quando os filhos de Eli pecaram contra Deus, a arca, símbolo da presença de Deus foi roubada e a glória de Israel, a presença de Deus, se apartou do povo. No tempo de Ezequiel a glória de Deus se afastou da cidade, do templo, do monte e o povo foi levado ao cativeiro.  Não pode haver pecado em nossas almas, em nosso lar, em nossa igreja em lugar nenhum porque isso afasta a santidade de Deus, podemos disser que de certa forma afastamos as bênçãos de Deus e atraímos as maldições e o juízo de Deus sobre nossas vidas.

    3- O Resgate e restauração da criação

    Porque, como pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores, assim pela obediência de um muitos serão feitos justos. Romanos 5:19

    A obra de Cristo Jesus os mostra o quanto Deus ama e cuida de sua criação, ele envia seu filho para resgatar, e restaurar tudo de volta ao seu propósito original, de sermos uma grande família alegre e feliz em sua presença. O sangue de cristo propiciou a salvação do homem, a cura para todos ecossistemas e em breve após estarmos com Ele, Ele voltara e iniciará um tempo denominado por nós como Milênio.

    A TERRA SERÁ TRANSFORMADA

    O Senhor Deus consertará e restaurará esta terra, tornando-a um verdadeiro paraíso.
    Vejamos então a descrição das mudanças que este globo terrestre :

    “Todo vale será levantado, e será abatido todo monte e todo outeiro; e o terreno acidentado será nivelado, e o que é escabroso, aplanado” (Isaías 40:4).

    A Bíblia nos ensina que no período de mil anos uma mudança profunda será feita na terra. Por exemplo, muitas montanhas e ilhas desaparecerão ou serão transladados a outros lugares:

    “Porque eis que o Senhor está a sair do seu lugar, e descerá, e andará sobre as alturas da terra. Os montes debaixo dele se derreterão, e os vales se fenderão, como a cera diante do fogo, como as águas que se precipitam por um declive”(Miquéias 1:3-4).

    “E o céu recolheu-se como um livro que se enrola; e todos os montes e ilhas foram removidos dos seus lugares” (Apocalipse 6:14). “Todas as ilhas fugiram, e os montes não mais se acharam” (Apocalipse 16:20).

    O monte das Oliveiras na Palestina se repartirá: “Naquele dia estarão os seus pés sobre o monte das Oliveiras, que está defronte de Jerusalém para o oriente; e o monte das Oliveiras será fendido pelo meio, do oriente para o ocidente, e haverá um vale muito grande; e metade do monte se removerá para o norte, e a outra metade dele para o sul” (Zacarias 14:4).

    A terra tornará excepcionalmente fértil: “O deserto e a terra sedenta se regozijarão; o ermo exultará e florescerá; como o narciso florescerá abundantemente, e também exultará de júbilo e romperá em cânticos; dar-se-lhe-á a glória do Líbano, a excelência do Carmelo e Sarom; eles verão a glória do Senhor, a majestade do nosso Deus” (Isaías 35:1-2) “Em lugar do espinheiro crescerá a faia, e em lugar da sarça crescerá a murta; o que será para o Senhor por nome, por sinal eterno, que nunca se apagará”(Isaías 55:13). Os DESERTOS áridos e secos produzirão água em abundância: “Os animais do campo me honrarão, os chacais e os avestruzes; porque porei água no deserto, e rios no ermo, para dar a beber ao meu povo, ao meu escolhido” (Isaías 43:20).

    No milênio o problema ECOLÓGICO será completamente resolvido. As ÁRVORES crescerão em grande número e não haverá derrubadas indiscriminadas como nos dias de hoje. Veja em Ezequiel 47:7. Na região da Palestina surgirá um novo rio cujas águas conterão elementos que purificará qualquer outra fonte, inclusive o Mar Morto que há milhares de anos está podre, será purificado pelas águas desse novo rio. Veja Ezequiel 47:8-10.

    A NATUREZA DOS ANIMAIS SERÁ MUDADA

    No milênio Jesus vai mudar radicalmente este planeta terra. No milênio haverá transformações jamais vistas na história da humanidade Os animais sofrem com os efeitos nocivos do pecado do homem, conforme já vimos em Romanos 8:19-23.

    Mas Jesus vai transformar toda a criação quando estabelecer o seu reino na terra. A natureza selvagem dos animais será tirada.

    “Morará o lobo com o cordeiro, e o leopardo com o cabrito se deitará; e o bezerro, e o leão novo e o animal cevado viverão juntos; e um menino pequeno os conduzirá. A vaca e a ursa pastarão juntas, e as crias juntas se deitarão; e o leão comerá palha como o boi. A criança de peito brincará sobre a toca da áspide, e a desmamada meterá a sua mão na cova do basilisco”(Isaías 11:6-8). “O lobo e o cordeiro juntos se apascentarão, o leão comerá palha como o boi; e o pó será a comida da serpente. Não farão mal nem dano algum em todo o meu santo monte, diz o Senhor” (Isaías 65:25). “Farei com elas (ovelhas, que sãos os convertidos) um pacto de paz; e removerei da terra os animais ruins, de sorte que elas (ovelhas) habitarão em segurança no deserto, e dormirão nos bosques” (Ezequiel 34:25). “Naquele dia farei por eles (seu povo) aliança com as feras do campo, e com as aves do céu, e com os répteis da terra; e da terra tirarei o arco, e a espada, e a guerra, e os farei deitar em segurança” ( Oséias 2:18).

    3.1 – Passagem e figuras que falam da unidade

    Muitas são as passagens que mostram a união em coisas criadas por Deus vejamos algumas:

    3.1.1 – Em relação ao povo Judeu

    Deus escolheu um povo para ser seu a partir de Abraão, mais esse povo sempre o rejeitou, e foi e está sendo corrigido por Deus, e há união de propósito de Deus para resgate desse povo em Jeremias 32.39 a uma profecia que eles andaram unidos com Deus. Restauração que será plena na segunda fase da volta de Jesus, e terá dois episódios o primeiro e que o povo habite a terra prometida e a segunda que se cumprirá a união deles com Deus com nação santa, segundo teólogos o governo do mundo terá como capital mundial Israel, onde provavelmente Davi ressurreto, será o governante.

    3.1.2 – União para missão Quando a corrupção tomou conta do mundo antigo no tempo de Noé, Deus separou um grupo unido tanto de pessoas como animais para se salvarem juntos através da arca. Imaginem 145 dias Noé, família e animais, que união sobrenatural houve ali dentro. Só pelo Espírito de Santo é possível essa união a arca de Noé dos nossos dias é a igreja.

    3.1.3 – União para criação de um povo Deus escolheu Abraão e mostrou o desejo de através dele criar um povo e desse povo todos teriam a oportunidade de se salvar, esse é o povo da fé, o povo que crê em Jesus Cristo como único e suficiente Salvador e com ele somos bilhões em todo mundo todos, irmãos de fé em Cristo.

    3.1.4 – União para os negócios. Deus deu uma promessa a Jacó, e ele entendeu que tudo o que ele iria conquistar na vida iria depender da união dele com Deus, então ele promete dar o Dizimo de tudo, como reconhecimento das bênçãos dadas por Deus. E hoje se quisermos ter bênçãos nos negócios e em nosso trabalho temos que seguir o exemplo de Jacó e com certeza Deus será conosco.

    3.1.5 – União para a evangelização e a salvação. Em João 17, temos o relato da oração sacerdotal onde Jesus expressa a vontade absoluta do Trino-Deus de que assim como Eles são Um (Echad) que a igreja seja uma (Echad) com ele com o mesmo propósito a salvação da humanidade. Sem essa união é impossível a igreja no seu inicio experimentou essa unidade vejamos:

    Atos 2:42-47 – E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações. E em toda a alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos. E todos os que criam estavam juntos, e tinham tudo em comum. E vendiam suas propriedades e bens, e repartiam com todos, segundo cada um havia de necessidade. E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração, Louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava, o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar.

    Esse é modelo ideal de igreja, todos juntos em nome de Jesus, fazendo tudo com amor e pelo poder do Espírito Santo. Hoje mais do que nunca o Diabo e os homens ingênuos tem atacado a unidade da igreja dizendo que não é necessário nos congregarmos em igrejas que o  templo somos nos individuais e não o agrupamento em coletividade, realmente o conceito templo não existe como local onde Deus habita, mais quando os santos se unem e vivem e congregam unidos ali é que o Senhor Jesus distribui dons aos membros, separa os ministérios e direciona o povo a fazer a obra que Jesus nos comissionou, não há vida fora do corpo (Igreja), há bênçãos especificas de Deus que você só receberá na Igreja. Vejamos alguns versículos;

    Mateus 16:18b – edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela; (vitoria sobre o mal)

    I Timoteo 3.15 – Mas, se tardar, para que saibas como convém andar na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, a coluna e firmeza da verdade.(Selo com proceder)

    Atos 12:5 – Pedro, pois, era guardado na prisão; mas a igreja fazia contínua oração por ele a Deus.  (poder da oração, quando a igreja ora)


    Tiago 5.14 – Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com azeite em nome do Senhor; (Há cura para o corpo)

    Hebreus 10.25 – Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia. (apostasia profetizada).

    Não existe a possibilidade de um cristianismo solitário. Jesus em momento algum disse que você poderia ficar APENAS no secreto do seu quarto, mas mandou que fosse como LUZ e SAL e que fossem UM. O cristianismo é sempre coletivo. Não porque Deus não seja adorado no individual e seja apenas no coletivo, mas porque o cristão nunca pensa apenas em si mesmo, mas nos outros. 
    O que é ser um? É ser solitário, ou caminhar juntos com um único propósito? Como aconteceram avivamentos na história da Igreja? Como era Paulo ou Pedro? Como era a Igreja Primitiva?
    Algum tempo atrás estive insatisfeito com a Instituição Religiosa,e pensei em me afastar mais o Espírito Santo me fez que existe muito mais alem da instituição religiosa e esse não deveria ser o meu foco e sim Jesus e se o meu propósito é glorificar a Deus com a minha vida de que maneira ajudaria os fracos? Os que estão chegando a igreja? E pregaria o evangelho do Reino a todos? Consolando aqueles que estão desanimados?

    Longe da igreja seria impossível, o diabo tem calado muitos homens de Deus que se afastam da igreja e deixam o erro prosperar.

    Tenha sempre os seus olhos em Jesus e não em homens ou instituições. E faça o seu melhor em prol do reino de Deus.

    Cada um fique na vocação em que foi chamado. 1 Coríntios 7:20

     

     

     

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  • Maçonaria Evangélica Reunida

    Pastores e Deputados Federais João Campos e Daniel Messac

    A maçonaria Evangélica de Goiás (GOEG) sai das tocas do enigmatismo para disputar o ranking da sinceridade. Mais de 60 maçons evangélicos foram iniciados no dia 03 de agosto, Hotel Guanabara, Rio de Janeiro, com direito à cerimônialidades no “Rito Escocês”, sigla referencial(Movimento de Integração dos Evangélicos Maçons) e a entoação de um hino de demonstração sobre a Ordem, intitulado “Somos Um Pelos Laços do Amor”. Quanto amor.

     

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  • Halloween – Analise Cristã

    “E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel? E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? Porque vós sois o templo do Deus vivente, como Deus disse: Neles habitarei, e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. Por isso saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; E não toqueis nada imundo, E eu vos receberei; e eu serei para vós Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso.” [2 Coríntios 6:15-18].

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  • Bancada Católica e Evangélicas Unidas

    Religiosos suspendem obstrução na Câmara após encontro com Haddad

    Apesar das diferenças doutrinárias, a bancada evangélica (Lideranças Evangélicas Políticas) e Católica (Lideranças Políticas Católicas);Elas se unem nas propostas éticas de moral, bons costumes e preservem os ensinamentos bíblicos.

    Segundo matéria recente do jornal o Globo, eles monitoram 368 projetos na Câmara e no Senado.

    Estão atuando para barrar propostas como união civil entre homossexuais, criminalização da homofobia em detrimento da liberdade de expressão, aborto e o mais novo “Divórcio Instantâneo” nova loucura para facilitar a vida de adúlteros e fornicadores.

    Foi se o tempo que os cristãos ficavam a ver o navio político a passar sem participar ativamente, o Brasil é um país de maioria cristã a união política de católicos e evangélicos é muito forte, pois os homens políticos públicos precisam de votos e aqueles que não comungarem com os princípios cristão estarão numa situação muito difícil nas próximas eleições. Pois sobre influencias de suas lideranças estão muito bem informados da atuação política dos políticos.

    Dos tempos de Jesus para cá muitas coisas mudaram, no tempo de Jesus, os pagãos governaram politicamente o mundo, durante muito tempo sem influencia cristã, mais nesses “Últimos Dias” Deus tem levantados pessoas para trazer alguns princípios do Reino de Deus para vivermos melhor nesta Terra.

    Não acredito num sistema governamental regido por cristãos, até porque esse não é o propósito original de Deus para a humanidade, mais podemos sim amenizar as mazelas desse mundo influenciando positivamente e aplacando a ira de Deus sobre todos.

    E papel fundamental nesses “Últimos Dias” nos como cristão é orarmos pelos nossos governantes, e exercermos uma cidadania plena enquanto estamos vivendo aqui.

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  • Lição 1 – Barnabé

    I. Quem foi Barnabé?

    Lendo Atos 4.36,37, descobrimos que na igreja primitiva havia um homem, natural da Ilha de Chipre, cujo nome era José. Os apóstolos lhe deram o sobrenome de Barnabé, que significa “filho de exortação” ou, de acordo com o “Novo Testamento na Linguagem de Hoje”, “aquele que dá coragem”. Durante a narrativa do livro de Atos, observamos como o significado de seu nome caracterizou sua personalidade.

    II. O que fez Barnabé?

    Era um homem liberal, generoso, que vendeu seu campo e trouxe o dinheiro para o trabalho de Deus. Num trecho posterior (At 9.26,27), encontramos Barnabé preocupado em entrosar Paulo, recém-convertido, no meio dos apóstolos. Além disso, passou também a treiná-lo. Leia Atos 11.19 a 30. Alguns cristãos começaram a pregar inclusive aos gentios, enquanto outros só pregavam para os judeus. Aqueles chegaram a Antioquia, sendo alguns naturais de Chipre, como Barnabé. A igreja em Jerusalém enviou a Barnabé para examinar a situação e orientar o grupo. O texto enfatiza que ele era um “homem bom, cheio do Espírito Santo e de fé”. Por isso, muitas pessoas se achegaram ao evangelho de Jesus Cristo.

    Então, Barnabé foi a Tarso, para encontrar Paulo e levá-lo para Antioquia. Ele poderia ter escolhido alguém mais experiente para ajudá-lo, mas optou por Paulo; trouxe-o para que ele, Paulo, compreendesse a mensagem das boas novas da salvação em Cristo e se desenvolvesse no ensino da Palavra. Barnabé investiu em Paulo, reconheceu o seu potencial e lhe deu oportunidade. Paulo tornou-se seu companheiro (At 11.30; 12.25; 13.1). Barnabé era o líder, dirigia a viagem e encorajava a Paulo e a João Marcos. Repare como até aquele momento, o nome de Barnabé era citado sempre em primeiro lugar; depois, Paulo vai assumindo a liderança. Barnabé, no entanto, não se zanga por isso.

    Em Atos 15, lemos sobre o problema que os judeus cristãos criaram para com os gentios cristãos; lá estava Barnabé ao lado de Paulo para defender os gentios cristãos e foi a Jerusalém com ele para resolver esse assunto. Realmente, como Paulo, era um homem que expunha sua vida pelo nome de Jesus (At 15.22,26).

    Por melhor que fosse sua personalidade e sua habilidade em lidar com pessoas e situações, Barnabé também enfrentou problemas. Com Paulo, isso aconteceu pelo menos duas vezes (At 15.36-41 e Gl 2.11-13). No problema com João Marcos, Barnabé insistiu em levá-lo e então Paulo escolheu a Silas como companheiro. Paulo já estava pronto para liderar, mas Barnabé preocupava-se com João Marcos. Será que valeu a pena Barnabé lutar por João Marcos? Vejamos. Anos mais tarde, Paulo, escrevendo aos Colossenses (4.10) e a Filemon (v. 24), apresentou João Marcos como seu companheiro e cooperador; escrevendo a Timóteo (2 Tm 4.11), pediu que Marcos viesse, porque lhe era muito útil ao ministério. Além de se tornar útil a Paulo, João Marcos também foi o autor do segundo Evangelho.

    III. O que Barnabé nos ensina?

    – Liberalidade – At 4.37
    – Submissão ao Senhor – At 11.24
    – Humildade – At 13.46 (porque cedeu a liderança a Paulo)
    – Fidelidade – não colocou João Marcos contra Paulo, ao contrário, treinou-o para que se tornasse útil até mesmo para Paulo
    – Disposição – em treinar, encorajar e defender os novos crentes.

    Fonte: http://ensinodominicalbetel.blogspot.com/

    Por Pr. Dr. Tácito da Gama Leite Filho é escritor, autor de 84 Livros; doutor em Teologia (Pontifícia Universidade Católica – RJ); doutor em Psicologia (Florida Christian University, Miame – FL – USA); fundador e diretor do CETEO – Centro de Estudos Teológicos Brasileiro –www.ceteo.com.br

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  • Pastor iraniano recusa-se a rejeitar a religião, enfrenta a execução

    Washington (CNN) – Pastor Youcef Nadarkhani, o chefe de uma rede de igrejas cristãs no Irã, poder ser executado  em Teerã por se recusar a abjurar suas crenças religiosas e se converter ao Islã, disse o presidente de uma comissão que monitora a liberdade religiosa ao redor do mundo.

    29/09 –- 2011/09/29 Update: Acabamos de receber novas notícias preocupantes do advogado Pastor Youcef está firmemente negando que a sentença Pastor Youcef de execução tinha sido revogada. Irã pode estar se espalhando desinformação, numa tentativa de abafar a cobertura da mídia.

    29/09 – Noticia 1 – Acabamos de receber um relatório da nossa fonte no Irã, que um juiz concordou em derrubar sentença Pastor Christian Youcef Nadarkhani da pena de morte. No entanto, neste momento, representantes ACLJ não recebeu comunicação oficial do tribunal e estão trabalhando para confirmar este relatório. De maneira nenhuma isso significa que Youcef Pastor serão libertados sem alguma punição adicional, potencialmente, uma longa pena de prisão ou pior

    Uma declaração dos Estados Unidos da Comissão sobre a Liberdade Religiosa Internacional, um grupo consultivo independente nomeado pelo presidente eo Congresso “, expressou profunda preocupação” sobre o destino do homem.

    Após quatro dias de um julgamento do recurso por apostasia, Nadarkhani se recusa a abjurar suas crenças.

    Leonard Leo, presidente da comissão, disse que o pastor “está sendo convidado a se retratar de uma fé que ele sempre teve. Mais uma vez, o regime iraniano tem demonstrado que usa  práticas bárbaras e hipócrita.”

    Leo disse que enquanto o julgamento está fechado para a imprensa, a Comissão recolhe informações de fontes no Irã e em todo o mundo. Um comunicado do grupo diz que sua responsabilidade é a de “revisar os fatos e as circunstâncias das violações da liberdade religiosa internacional.”

    “Eu ficaria desapontado se no final deste turbilhão todo, não houve-se declaração do nosso governo sobre essa situação”, disse Leo. “Em algum momento os Estados Unidos para defender o direito deste pastor e pelos direitos humanos de forma mais ampla e chamar os países para explicar o que estão fazendo.”

    Até o presente momento o Governo Brasileiro não há informações de suas posições quanto ao caso mais já passa da hora de dar sua posição.

    Declaração da comissão também chama o julgamento de uma farsa e disse que o Irã está violando o Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos, do qual o Irão é parte.

    Nadarkhani foi condenado a execução em novembro de 2010, disse a comissão, e para evitar a pena de morte, ele está sendo convidado a se retratar de suas crenças e se converter ao islamismo. Leo disse que um julgamento de apostasia é raro no Irã, a última ocorreu em 1990.

    Alegação do Irã deriva de pais muçulmanos do pastor. De acordo com Leão, o tribunal necessários para verificar se Nadarkhani nunca tinha sido um muçulmano. A fim de ser dado o que o Irã olha como a oportunidade de retratar suas crenças, Nadarkhani nunca deve ter sido um muçulmano antes da idade de 15, Leo disse.

    Porque nos últimos quatro dias no tribunal foi-lhe dada a oportunidade, é evidente que o tribunal iraniano descobriu que nunca foi um muçulmano e, portanto, Nadarkhani poderia ter convertido.

    De acordo com uma fonte próxima à situação no seio da Comissão de Liberdade Religiosa Internacional, o aiatolá Ali Khamenei, Líder Supremo do Irã, teria de assinar sobre a execução. Falando sob condição de anonimato devido à sensibilidade do assunto, a fonte disse que estes tipos de problemas são sempre difíceis com o Irã por causa da falta de transparência na forma como tomam decisões sobre quando e como agir.

    A fonte também disse que no passado, os presos políticos tiveram o seu tempo de prisão e punição reduzida pelo governo iraniano. Embora eles não dizem que foi garantido, nesta situação, a fonte indicou que era uma possibilidade.

    O Centro Americano de Direito e Justiça, uma organização de direito de tendência de televisão fundada por Pat Robertson, informou quarta-feira à noite que a punição Nadarkhani da sentença de morte tinha sido revogada, o que significa que o pastor estaria recebendo uma punição menor do que a morte. Eles origem a pretensão de alguém em Iran.

    Esses relatórios não pôde ser verificada pela CNN. A Missão Permanente da República Islâmica do Irã nas Nações Unidas não comentar sobre a decisão.

    Jordan Sekulow, diretor-executivo da ACLJ, disse que os protestos de cristãos nos Estados Unidos tem sido forte e sustentado.

    “American Christian, como nunca antes, estão envolvidos nisso”, disse Sekulow. “Esta é uma evidência de que os cristãos nos Estados Unidos nos últimos dez anos têm feito um trabalho melhor engajar na questão da perseguição.”

    Sekulow também disse que espera que a Casa Branca ou do Departamento de Estado vai emitir um comunicado sobre o assunto.

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  • Protesto contra o ataque de organizações homossexuais contra os ativistas cristãos

    Organizações homossexuais extremistas que querem eliminar críticas à agenda política homossexual e ao “estilo de vida gay” imoral e prejudicial à saúde estão fazendo uma campanha para silenciar a oposição pró-família, tirando-lhe o direito de receber recursos financeiros.

    Dez grupos e indivíduos opostos à agenda homossexual estão sob ataque por parte da organização muito bem financiada “All Out”, que está coletando assinaturas numa petição que pede ao PayPal que os remova de seu serviço, eliminando assim a possibilidade desses grupos receberem recursos financeiros. A tática da organização é misturar junto organizações cristãs não extremistas com organizações extremistas, a fim de destruir sua base financeira e eliminar sua presença na internet.

    Entre eles está Julio Severo, blogueiro internacionalmente conhecido e tradutor de LifeSiteNews.com, cujos blogs em português, inglês, espanhol e alemão estão tendo um impacto importante na luta pelos valores da família no cenário internacional.

    Sob ataque também está Americans for Truth About Homosexuality (Americanos pela Verdade acerca da Homossexualidade), uma organização liderada pelo ativista pró-família Peter LaBarbera, que expõe a verdade acerca do destrutivo estilo de vida homossexual e da agenda adotada por radicais organizações gayzistas, e a organização católica Tradição, Família e Propriedade, que luta a favor dos valores cristãos contra a crescente tendência de leis anti-família.

    AllOut falsamente afirma que esses três grupos e indivíduos são motivados por “ódio” e “extremismo”, quando na realidade eles são motivados por amor aos homossexuais e uma preocupação pelo bem-estar deles, assim como da sociedade inteira. As críticas deles ao estilo de vida homossexual e à agenda política homossexual são uma forma legítima de expressão que não ataca a pessoa, mas rejeita a conduta que os cristãos, os judeus, os muçulmanos, os hindus e outros defensores da moralidade sexual consideram como imoral e destrutiva.

    AllOut está incluindo esses ativistas pró-família numa lista junto com o Dove World Outreach Ministries, uma organização extremista que provocou violência em países muçulmanos quando propôs queimar publicamente o Corão. LifeSiteNews não conhece os outros grupos da lista, mas é evidente que AllOut está querendo confundir as pessoas ao misturar grupos extremistas com grupos que simplesmente defendem valores cristãos e familiares.

    As táticas sujas e intimidações usadas por AllOut e seus aliados na internet são um exemplo da crescente movimentação dos ativistas homossexuais para destruir a liberdade de expressão dos cristãos e outras organizações pró-família. As táticas fascistas e até mesmo violentas do movimento homossexual foram evidentes na Califórnia em 2009, quando prédios de igrejas sofreram vandalismo e ameaças anônimas foram usadas para silenciar os que se opunham ao “casamento” gay, assim como em Nova Iorque, onde manifestantes pró-família foram muitas vezes ameaçados por militantes gays.

    Grupos homossexuais estão atacando as convicções religiosas cristãs e valores pró-família como se fossem “extremismo”, mas os verdadeiros extremistas são os próprios gayzistas.

    Faça resistência e defenda seus valores e sua família! Assine a petição acima e envie uma mensagem dizendo ao PayPal que os cristãos e outras pessoas que são a favor da família não ficarão de boca fechada enquanto seus valores estão sob ataque.

     

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  • Pentecostes

    Antes de Cristo subir aos céus, ele ordenou que seus discípulos retornassem  a Jerusalém, depois de Sua Ascensão e permanecer lá até que eles fossem capacitados com poder . E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder. Lucas 24:49

    Eles fizeram o que Ele ordenou e permaneceu em Jerusalém. E estavam sempre no templo, louvando e bendizendo a Deus. Amém. Lucas 24:53

    Esta promessa foi realizado 50 dias após a Páscoa e 10 dias depois de Sua Ascensão.

    Este evento é o que celebramos como Pentecostes.

    Por que esse evento é tão significativo?

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