Categoria: Destaque

  • Lição 8 – As bases da Unidade Cristã

    Texto áureo Texto Bíblico – Efésios 2 1-8

    Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens,
    Tito 2:11

    Introdução

    Um assustado carcereiro, em Filipos, pergunta a Paulo e Silas o que deveria fazer para mudar sua vida, para salvar-se. A resposta foi: “Eles responderam – Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa” (Atos 16:31).

    A receita da salvação, em dia, não confere exatamente com o que Paulo e Silas disseram. A receita contemporânea anda bem mais complicada. Ela está a exigir, por exemplo, ser membro de alguma igreja que se reúna em um megatemplo. Além do mais, ela está declarando que certos rituais de poder mágico devem ser seguidos à risca pelos fiéis, principalmente quando apresentados pelo rádio, pela televisão ou pela internet. E, como tudo isso custa muito caro, os proclamadores da nova receita não tem o mínimo constrangimento em reclamar “ofertas sacrificiais” dos seus seguidores.

    A receita de Paulo e Silas é simples, mas é também profunda. Crer no Senhor Jesus não estimula o crente a buscar as coisas grandes do mundo, mas o mundo espiritual do Senhor. Crer no Senhor Jesus é um ato de entrega as pessoa inteira ao amor e ao poder do Cristo, com conseqüências na vida pessoal e familiar. Crer no Senhor Jesus não se limita aos gestos religiosos, que acontecem aos domingos, nos templos. É vida com Cristo, todos os dias, em todos os lugares…


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  • Subsidio Lição 7 – Editora Betel – As estratégias missionárias iniciais de Barnabé

    Estratégia trata-se da ” Forma de pensar no futuro, integrada no processo decisório, com base em um procedimento formalizado e articulador de resultados”.

    Tipos de Missionários

    Categorias  de  Missionários: Hoje, com a diversidade de trabalho que os campos exigem, o missionário é enviado para ser pastor,professor, enfermeiro, capelão etc, de acordo com as seguintes categorias;

    Efetivos: Missionários de carreira que vão aos campos com contrato de quatro anos, que pode ser renovado.

    Temporários: São aqueles nomeados para um  país da America Latina ou África,Leste da Europa e Nordeste do Brasil, por um período de atè dois anos. Após este período, dependendo da avaliação de seu desempenho e desejo pessoal, poderá  solicitar sua efetivação.

    Especiais : São enviados para um trabalho específico e por tempo  determinado.

    Voluntários: Missionários enviados aos campos com sustento próprio e por período determinado, para apoiar  obreiro efetivo.

    Associados: São sustentados em parceria com outras agências missionárias  ou igrejas.

    Construtores de Tendas: Missionários enviados aos campos com sustento próprio usando suas habilidades profissionais, independentemente de preparo teológico.

    Obreiros  da  Terra  (Autônomos): São obreiros do país, selecionados e treinados  para o trabalho como o seu próprio povo.

    Voluntários  Estratégicos: São preparados para atuarem a partir de um novo paradigma missionário, com sustento  de suas igrejas ou de outras, para viver em comunidade com outros obreiros. O vocacionado deve ter idade mínima de 18 anos, segundo grau completo e ser solteiro.

    A estratégia desenha o mapa

    Conhecer o desafio perante nós é boa parte do processo construtivo de plantio de igrejas. Entretanto este conhecimento é apenas a ponta do iceberg. É necessário desenvolver as estratégias que envolvam o plantio e amadurecimento de igrejas, treinamento de líderes, auto-sustentabilidade e reprodução.

    Perante um vulto expressivo de estratégias missionárias de plantio de igrejas, gostaria de citar algumas:

    a) Mapeamento etno-cultural e geograficamente definido. Saber qual a extensão do desafio
    b) Análise cultural e fenomenológica. Entender as vias para a compreensão do evangelho.
    c) Comunicação inteligível e comunitária do evangelho.
    d) Adoração e vida diária da igreja na própria língua materna e cultura alvo.
    e) Rápida incorporação dos novos convertidos à vida da igreja.
    f) Consciência de urgência evangelística já transmitida no processo de discipulado.
    g) Identificação de líderes locais o mais cedo possível.
    h) Treinamento para líderes durante o processo de liderança.
    i) Descentralização da autoridade eclesiástica.
    j) Ênfase na reprodução.
    k) Supervisão contínua quanto ao amadurecimento espiritual.
    l) Modelo missionário: Inicie, discipule, reproduza, assista, encoraje e parta.

    ESTRATÉGIAS EVANGELÍSTICAS.

    Tu, porém, sê sóbrio em todas as coisas, suporta as aflições, faze o trabalho de um evangelista, cumpre cabalmente o teu ministério. 2 Timóteo 4:5

    Assim, quero exemplificar e sugerir 21 táticas de evangelização, algumas são clássicas outras inovadoras, vejamos:

    Evangelização na Simplicidade: O evangelho precisa ser abordado de forma simples, devemos descomplicar o evangelho sem perder sua profundidade. Quanto a isto, não devemos ser superficiais.

    Evangelismo por Impressos: Ter sempre uma Bíblia ou folhetos (atualizados). E temos estimulados a evangelizar nas ruas, pregar para os transeuntes das ruas, cuidado para não ser inoportuno.

    Evangelismo de Presença: Usar camisetas evangelísticas, adesivos nos carros, enfim, marcar nossa presença, mesmo sendo ainda poucos, todavia, conhecidos.

    Evangelismo de Testemunho: Testemunhar o que Deus fez nas nossas vidas, assim veio boa parte de família e têm trazido muito outros para Jesus.

    Evangelismo por Mobilização: Sempre trazer consigo um conhecido ou um amigo nos cultos, conseguir mobilizar pessoas para casa de Deus.

    Evangelismo no Trabalho: Se possível abrir as portas do trabalho para pequenos cultos ou orações.

    Evangelismo por cursos profissionalizantes ou ação social: Se você tem uma qualificação profissional disponha par o Reino, pela evangelização pela ação social

    Evangelismo pelo amor e doação: Testemunho do pastor de Curitiba que doou sua cama. Pagar um preço em testemunhar do evangelho demonstrando o amor de Jesus.

    Evangelização por Necessidades: Devemos constantemente se envolver nanecessidade das pessoas conduzindo as a Cristo. Testemunho da escrava de Naamã.

    Evangelização por recuperação de tóxico dependente: Ajudar aqueles que dependem do poder de Deus para libertação.

    Evangelismo nos Hospitais e asilos: Deus abençoa quem se importa pelo necessitado. Não se esquecer do doente, órfão e viúva.

    Evangelização da vizinhança: Abra uma Casa-Luz e traga muitas vidas para Jesus oportunizando sua casa como local de salvação.

    Evangelização por Chá de Mulheres:Semelhante aos eventos de vendas de produtos onde mulheres se reúnem para comprar utensílios, assim podemos elaborar chás evangelísticos para alcançar mulheres.

    Jantar de Empresários: Tem sido uma estratégia importante no alcance de homens de negócios.

    Evangelismo pela Informática e Internet: Compartilhar o amor de Jesus na internet, coloque dizeres evangelístico em suas redes sociais, envie e-mail evangelístico, divulgue nosso site

    Evangelismo por Cds de mensagem para evangelizar como ferramenta de levar o amor de Jesus.

    Evangelismo pelas Artes: Creio que Deus criou as artes como teatro, dança, pintura e outras para podermos expressar nossa fé e também proclamar a salvação que há na pessoa de Jesus Cristo.

    Evangelismo pela Música: A música é uma poderosa ferramenta de identificação cultural, por meio dela comunicamos culturalmente e apresentamos umamensagem, desta forma, podemos utilizá-la na sua mais nobre função, a adoração, igualmente, no evangelismo. Todavia, temos que ser prudentes e escolhermos bem estilo musical, para não se tornarmos inoportunos. Ex: A música inapropriada no ônibus e os ensaios de rock em casa.

    Evangelismo por Presente: Alguém prepara uma Bíblia como presente e propositadamente deixa o pacote em local público. Pessoas por curiosidade levam para casa.

    Evangelismo Personalizado: Beatriz teve a idéia de dar uma Bíblia personalizada para uma colega, tal colega ficou maravilhada como o presente. Irmãos, particularmente, gostariam de ter esta criatividade que estes amados têm, mas admiro e assim honro-os por este esforço.

    ABORDAGEM EVANGELÍSTICA.

    Jamais devemos esquecer-nos de pedir ao Espírito Santo graça para evangelizar buscar extroversão e espontaneidade, pois devemos falar de Jesus para que queira que seja e não se intimidar.

    Exemplo de ousadia.

    Devemos possuirperseverança na evangelizaçãoque através de nosso testemunhoperseverante ganharemos toda a família para Jesus e seremos uma coluna familiar. Devemos ser

    Constantemente simpáticos e através da alegria contagiante, isto é, através de seu carisma e alegria compartilha do amor de Jesus a muitos. Ninguém gosta de crente carrancudo e fechado. Exemplo de um jovem ganhador de almas.

    CONCLUSÃO: Assim, amados que possamos seguir seus exemplos e testemunhar deste amor maravilhoso de Jesus e reconhecer que estas estratégias como um todo são válidas na proclamação do Evangelho.Gostaríamos que aproveitássemos o momento onde você pudesse buscar do Senhor e sugerir uma nova abordagem de evangelismo. Ficaremos contentes em descobrir que Deus pode te dar um talento e uma nova forma de evangelizar.

     

     

     

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  • Lição 7 – Revista Central Gospel – Os inimigos da Unidade


    Texto áureo

    Porque ninguém pode pôr outro fundamento além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo. 1 Coríntios 3:11

    Introdução

    Nessa lição de hoje estudaremos a respeito dos inimigos da unidade, aqueles que não querem a unidade da Igreja, sabemos que o Mundo, a carne e o Diabo, são os principais, mais estudaremos o pior deles que é a CARNE (a natureza humana), pois o mundo pela fé nós o vencemos:  Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé. 1 João 5.4, o diabo já foi derrotado na cruz do calvário Para isto o Filho de Deus se manifestou: para desfazer as obras do diabo (1 Jo 3.8). E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo (Cl 2.15).

    Restando o maior inimigo a ser derrotado o nosso próprio EU, uma analise sobre a situação a qual passava a igreja de coríntios nos mostra que o problema era os pecados (erros) que eram cometidos por seus membros.


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  • Editora Betel – Subsidio EBD -Lição 6 – Os missionários pioneiros no mundo gentílico

     

    Primeira viagem missionária.


    Barnabé e Paulo se dirigem aos gentios (Atos 13:1- 14:48); Missão a Chipre (13:4-12); Missão à Galácia (13:13— 14:28): De Pafos a Perge (13:13), em Antioquia da Pisídia.( 13:14-52), em Icônio e Listra (14:1-18), em Icônio (14:1-7), em Listra (14:8-18), volta a Antioquia (14:19-18).


    A partir deste ponto, nesta narrativa histórica de Lucas, encontramos aquilo que poderíamos denominar de Atos de Paulo, porquanto agora esse apóstolo domina o restante do livro, e outros personagens só são mencionados naquilo em que estão vinculados à sua vida e trabalho. Bastaria essa circunstância – o fato que Paulo ocupa cerca de metade do espaço do livro de Atos – para entendermos quão importante foi a figura desse apóstolo para o cristianismo primitivo. A narrativa de Lucas é a única que nos informa qualquer coisa sobre a história inicial da igreja cristã, além de algumas citações esparsas dos pais da igreja e de certos historiadores romanos. Embora houvesse outras personagens importantes, cujas histórias caíram no olvido, exceto na mente de Deus, contudo, pode-se dizer que Paulo, através de seu extraordinário intelecto e notável determinação de vontade, além de sua energia ebuliente, plantou, quase sozinho, a igreja de Cristo no mundo gentílico. O resultado desse plantio continua presente conosco até os dias presentes. Por isso, sem exagero algum, pode-se dizer que os acontecimentos que este livro aqui começa a descrever, modificaram o rumo da história da humanidade. Não há quem tenha lido as palavras dessa narrativa lucana sem ser profundamente afetado pelo que Paulo fez e foi; e grande número de pessoas, que nunca leu as Sagradas Escrituras, não obstante, tem sido afetado de algum outro modo, indiretamente.


    Paulo foi um místico e homem de singular poder espiritual; suas revelações formam os temas centrais do cristianismo, e os seus labores puseram essas revelações nos corações dos homens, em suas comunidades, em seus países e pelo mundo inteiro por onde tem chegado o evangelho.

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  • A DOUTRINA DO ESPÍRITO SANTO


     

     

    At 5.3,4 “Disse, então, Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo e retivesses parte do preço da herdade? Guardando-a, não ficava para ti? E, vendida, não estava em teu poder? Porque formaste este desígnio em teu coração? Não mentiste aos homens, mas a Deus.”

     


    É essencial que os crentes reconheçam a importância do Espírito Santo no plano divino da redenção. Sem a presença do Espírito Santo neste mundo, não haveria a criação, o universo, nem a raça humana (Gn 1.2; Jó 26.13; 33.4; Sl 104.30). Sem o Espírito Santo, não teríamos a Bíblia (2Pe 1.21), nem o Novo Testamento (Jo 14.26, 1Co 2.10) e nenhum poder para proclamar o evangelho. Sem o Espírito Santo, não haveria fé, nem novo nascimento, nem santidade e nenhum cristão neste mundo. Este estudo examina alguns dos ensinamentos básicos a respeito do Espírito Santo.

    A PESSOA DO ESPÍRITO SANTO

    Através da Bíblia, o Espírito Santo é revelado como Pessoa, com sua própria individualidade (2Co 3.17,18; Hb 9.14; 1Pe 1.2). Ele é uma Pessoa divina como o Pai e o Filho (5.3,4). O Espírito Santo não é mera influência ou poder. Ele tem atributos pessoais, a saber: Ele pensa (Rm 8.27), sente (Rm 15.30), determina (1Co 12.11) e tem a faculdade de amar e de deleitar-se na comunhão. Foi enviado pelo Pai para levar os crentes à íntima presença e comunhão com Jesus (Jo 14.16-18,26;) À luz destas verdades, devemos tratá-lo como pessoa, que é, e considerá-lo Deus vivo e infinito em nosso coração, digno da nossa adoração, amor e dedicação

    A OBRA DO ESPÍRITO SANTO

    A revelação do Espírito Santo no Antigo Testamento. Para uma exposição da operação do Espírito Santo no Antigo Testamento, ver o estudo O ESPÍRITO SANTO NO ANTIGO TESTAMENTO.

    A revelação do Espírito Santo no Novo Testamento

    O Espírito Santo é o agente da salvação. Nisto Ele convence-nos do pecado (Jo 16.7,8), revela-nos a verdade a respeito de Jesus (Jo 14.16,26), realiza o novo nascimento (Jo 3.3-6), e faz-nos membros do corpo de Cristo (1Co 12.13). Na conversão, nós, crendo em Cristo, recebemos o Espírito Santo (Jo 3.3-6; 20.22) e nos tornamos co-participantes da natureza divina (2Pe 1.4).

    O Espírito Santo é o agente da nossa santificação. Na conversão, o Espírito passa a habitar no crente, que começa a viver sob sua influência santificadora (Rm 8.9; 1Co 6.19). Note algumas das coisas que o Espírito Santo faz, ao habitar em nós. Ele nos santifica, purifica, dirige e leva-nos a uma vida santa, libertando-nos da escravidão ao pecado (Rm 8.2-4; Gl 5.16,17; 2Ts 2.13). Ele testifica que somos filhos de Deus (Rm 8.16), ajuda-nos na adoração a Deus (At 10.45,46; Rm 8.26,27) e na nossa vida de oração, e intercede por nós quando clamamos a Deus (Rm 8.26,27). Ele produz em nós as qualidades do caráter de Cristo, que O glorificam (Gl 5.22,23;  1Pe 1.2). Ele é o nosso mestre divino, que nos guia em toda a verdade (Jo 16.13; 14.26; 1Co 2.10-16) e também nos revela Jesus e nos guia em estreita comunhão e união com Ele (Jo 14.16-18; 16.14). Continuamente, Ele nos comunica o amor de Deus (Rm 5.5) e nos alegra, consola e ajuda (Jo 14.16; 1Ts 1.6).

    O Espírito Santo é o agente divino para o serviço do Senhor, revestindo os crentes de poder para realizar a obra do Senhor e dar testemunho dEle. Esta obra do Espírito Santo relaciona-se com o batismo ou com a plenitude do Espírito. Quando somos batizados no Espírito, recebemos poder para testemunhar de Cristo e trabalhar de modo eficaz na igreja e diante do mundo.

    Recebemos a mesma unção divina que desceu sobre Cristo (Jo 1.32,33) e sobre os discípulos, e que nos capacita a proclamar a Palavra de Deus (At 1.8; 4.31) e a operar milagres (At 2.43; 3.2-8; 5.15; 6.8; 10.38). O plano de Deus é que todos os cristãos atuais recebam o batismo no Espírito Santo (At 2.39). Para realizar o trabalho do Senhor, o Espírito Santo outorga dons espirituais aos fiéis da igreja para edificação e fortalecimento do corpo de Cristo (1Co 12-14). Estes dons são uma manifestação do Espírito através dos santos, visando ao bem de todos (1Co 12.7-11).

    O Espírito Santo é o agente divino que batiza ou implanta os crentes no corpo único de Cristo, que é sua igreja (1Co 12.13) e que permanece nela (1Co 3.16), edificando-a (Ef 2.22), e nela inspirando a adoração a Deus (Fp 3.3), dirigindo a sua missão (At 13.2,4), escolhendo seus obreiros (At 20.28) e concedendo-lhe dons (1Co 12.4-11), escolhendo seus pregadores (2.4; 1Co 2.4), resguardando o evangelho contra os erros (2Tm 1.14) e efetuando a sua retidão (Jo 16.8; 1Co 3.16; 1Pe 1.2).

    As diversas operações do Espírito são complementares entre si, e não contraditórias. Ao mesmo tempo, essas atividades do Espírito Santo formam um todo, não havendo plena separação entre elas. Alguém não pode ter (a) a nova vida total em Cristo,  um santo viver, o poder para testemunhar do Senhor ou a comunhão no seu corpo, sem exercitar estas quatro coisas.

    Por exemplo: uma pessoa não pode conservar o batismo no Espírito Santo se não vive uma vida de retidão, produzida pelo mesmo Espírito, que também quer conduzir esta mesma pessoa no conhecimento das verdades bíblicas e sua obediência às mesmas.

     

    Fonte: Biblia de Estudo Pentecostal

     

     


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  • O ESPÍRITO SANTO NO ANTIGO TESTAMENTO


    Jl 2.28,29 “E há de ser que, depois, derramarei o meu Espírito sobre toda a carne,e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos jovens terão visões. E também sobre os servos e servas, naqueles dias, derramarei o meu Espírito.”

    O Espírito Santo é a terceira pessoa do Deus Eterno, Trino e Uno. Embora a plenitude do seu poder não tivesse sido revelada antes do ministério de Jesus e, posteriormente, no Pentecoste, há trechos do Antigo Testamento que se referem a Ele e à sua obra. Este estudo examina os ensinamentos do Antigo Testamento a respeito do Espírito Santo.

    TERMO EMPREGADO. A palavra hebraica para “Espírito” é ruah que, às vezes, é traduzida por “vento” e “sopro”. Sendo assim, as referências no Antigo Testamento ao sopro de Deus e ao vento da parte de Deus (e.g., Gn 2.7; Ez 37.9,10,14) também podem referir-se à obra do Espírito de Deus.

    A OBRA DO ESPÍRITO SANTO NO ANTIGO TESTAMENTO

    A Bíblia descreve várias atividades do Espírito Santo no Antigo Testamento.

    O Espírito Santo desempenhou um papel ativo na criação. O segundo versículo da Bíblia diz que “o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas” (Gn 1.2), preparando tudo para que a palavra criadora de Deus desse forma ao mundo. Tanto o Verbo de Deus (i.e., a segunda pessoa da Trindade) quanto o Espírito de Deus, foram agentes na criação (ver Jó 26.13; Sl 33.6; ). O Espírito também é o autor da vida. Quando Deus criou Adão, foi indubitavelmente o seu Espírito quem soprou no homem o fôlego da vida (Gn 2.7; cf. Jó 27.3). O Espírito Santo continua a dar vida às criaturas de Deus (Jó 33.4; Sl 104.30).

    O Espírito estava ativo na comunicação da mensagem de Deus ao seu povo. Era o Espírito, por exemplo, quem instruía os israelitas no deserto (Ne 9.20). Quando os salmistas de Israel compunham seus cânticos, faziam-no mediante o Espírito do Senhor (2Sm 23.2; cf. At 1.16,20; Hb 3.7-11). Semelhantemente, os profetas eram inspirados pelo Espírito de Deus a declarar sua palavra ao povo (Nm 11.29; 1Sm 10.5,6,10; 2Cr 20.14; 24.19,20; Ne 9.30; Is 61.1-3; Mq 3.8; Zc 7.12; cf. 2Pe 1.20,21).

    Ezequiel ensina que os falsos profetas “seguem o seu próprio espírito” ao invés de andarem segundo o Espírito de Deus (Ez 13.2,3). Era possível, entretanto, o Espírito de Deus vir sobre alguém que não tinha um relacionamento genuíno com Deus para levá-lo a entregar uma mensagem verdadeira ao povo (ver Nm 24.2 nota).

    A liderança do povo de Deus no Antigo Testamento era fortalecida pelo Espírito do Senhor. Moisés, por exemplo, estava em tão estreita harmonia com o Espírito de Deus que compartilhava dos próprios sentimentos de Deus; sofria quando Ele sofria, e ficava irado contra o pecado quando Ele se irava (ver Êx 33.11 nota; cf. Êx 32.19). Quando Moisés escolheu, em obediência à ordem do Senhor, setenta anciãos para ajudá-lo a liderar os israelitas, Deus tomou do Espírito que estava sobre Moisés, e o colocou sobre eles (Nm 11.16,17; ). Semelhantemente, quando Josué foi comissionado para que sucedesse Moisés como líder, Deus indicou que “o Espírito” (i.e., o Espírito Santo) estava nele (Nm 27.18 ). O mesmo Espírito veio sobre Gideão (Jz 6.34), Davi (1Sm 16.13) e Zorobabel (Zc 4.6). Noutras palavras, no AT a maior qualificação para a liderança era a presença do Espírito de Deus.

    O Espírito de Deus também vinha sobre indivíduos a fim de equipá-los para serviços especiais. Um exemplo notável, no Antigo Testamento, era José, a quem fora outorgado o Espíritopara capacitá-lo a agir de modo eficaz na casa de Faraó (Gn 41.38-40). Note, também, Bezalel e Ooliabe, aos quais Deus concedeu a plenitude do seu Espírito para que fizessem o trabalho artístico necessário à construção do Tabernáculo, e também para ensinarem aos outros (ver Êx 31.1-11; 35.30-35).

    A plenitude do Espírito Santo, aqui, não é exatamente a mesma coisa que o batismo no Espírito Santo no Novo Testamento. No AT, o Espírito Santo vinha sobre uns poucos indivíduos selecionados para servirem a Deus de modo especial, e os revestia de poder (ver Êx 31.3 nota). O Espírito do Senhor veio sobre muitos dos juízes, tais como Otniel (Jz 3.9,10). Gideão (Jz 6.34), Jefté (Jz 11.29) e Sansão (Jz 14.5,6; 15.14-16). Estes exemplos revelam o princípio divino que ainda perdura: quando Deus opta por usar grandemente uma pessoa, o seu Espírito vem sobre ela.

    Havia, ainda, uma consciência no AT de que o Espírito desejava guiar as pessoas no terreno da retidão. Davi dá testemunho disto em alguns dos seus salmos (Sl 51.10-13; 143.10). O povo de Deus, que seguia o seu próprio caminho ao invés de ouvir a voz de Deus, recusava-se a seguir o caminho do Espírito (ver Gn 16.2 nota). Os que deixam de viver pelo Espírito de Deus experimentam, inevitavelmente, alguma forma de castigo divino (ver Nm 14.29; Dt 1.26).

    Note que, nos tempos do AT, o Espírito Santo vinha apenas sobre umas poucas pessoas, enchendo-as a fim de lhes dar poder para o serviço ou a profecia. Não houve nenhum derramamento geral do Espírito Santo sobre Israel. O derramamento do Espírito Santo de forma mais ampla (cf. 2.28,29; At 2.4,16-18) começou no grande dia de Pentecoste.

    A PROMESSA DO PLENO PODER DO ESPÍRITO SANTO

    O Antigo Testamento antegozava a era vindoura do Espírito, na era do Novo Testamento

    Em várias ocasiões, os profetas falaram a respeito do papel que o Espírito desempenharia na vida do Messias. Isaías, em especial, caracterizou o Rei vindouro, o Servo do Senhor, como uma pessoa sobre quem o Espírito de Deus repousaria de modo especial (ver Is 11.1-4; 42.1; 61.1-3). Quando Jesus leu as palavras de Isaías 61, em Nazaré, cidade onde morava, terminou dizendo: “Hoje, se cumpriu esta Escritura em vossos ouvidos” (Lc 4.21).

    Outras profecias do Antigo Testamento anteviam o período do derramamento geral do Espírito Santo sobre a totalidade do povo de Deus. Entre esses textos, o de maior destaque é  citado por Pedro no dia de Pentecoste (At 2.17,18). Mas a mesma mensagem também se acha em Is 32.15-17; 44.3-5; 59.20,21; Ez 11.19,20; 36.26,27; 37.14; 39.29. Deus prometeu que, quando a vida e o poder do seu Espírito viessem sobre o seu povo, os seus seriam capacitados a profetizar, ver visões, ter sonhos proféticos, viver uma vida em santidade e retidão, e a testemunhar com grande poder. Por conseguinte, os profetas do Antigo Testamento previram a era messiânica. E, a respeito dela, profetizaram que o derramamento e a plenitude do Espírito Santo viriam sobre toda a humanidade.

    E foi o que aconteceu no domingo de Pentecoste (dez dias depois de Jesus ter subido ao céu), com uma subseqüente gigantesca colheita de almas (cf. 2.28,32;At 2.41; 4.4; 13,44,48,49).

     

    Fonte: Bíblia de Estudo Pentecostal

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  • A CRIAÇÃO

    Gn 1.1 “No princípio, criou Deus os céus e a terra.

    O DEUS DA CRIAÇÃO.

    Deus se revela na Bíblia como um ser infinito, eterno, auto-existente e como a Causa Primária de tudo o que existe. Nunca houve um momento em que Deus não existisse. Conforme afirma Moisés: “Antes que os montes nascessem, ou que tu formasses a terra e o mundo, sim, de eternidade a eternidade, tu és Deus” Sl 90.2.  Noutras palavras, Deus existiu eterna e infinitamente antes de criar o universo finito. Ele é anterior a toda criação, no céu e na terra, está acima e independe dela.

    Deus se revela como um ser pessoal que criou Adão e Eva “à sua imagem”. Porque Adão e Eva foram criados à imagem de Deus, podiam comunicar-se com Ele, e também com Ele ter comunhão de modo amoroso e pessoal.

    Deus também se revela como um ser moral que criou tudo bom e, portanto, sem pecado. Ao terminar Deus a obra da criação, contemplou tudo o que fizera e observou que era “muito bom” .

    Posto que Adão e Eva foram criados à imagem e semelhança de Deus, eles também não tinham pecado . O pecado entrou na existência humana quando Eva foi tentada pela serpente, ou Satanás (Gn 3; Rm 5.12; Ap 12.9).

    A ATIVIDADE DA CRIAÇÃO.

    Deus criou todas as coisas em “os céus e a terra” (1.1; Is 40.28; 42.5; 45.18; Mc 13.19; Ef 3.9; Cl 1.16; Hb 1.2; Ap 10.6). O verbo “criar” (hb.“bara”) é usado exclusivamente em referência a uma atividade que somente Deus pode realizar. Significa que, num momento específico, Deus criou a matéria e a substância, que antes nunca existiram.

    A Bíblia diz que no princípio da criação a terra estava informe, vazia e coberta de trevas. Naquele tempo o universo não tinha a forma ordenada que tem agora. O mundo estava vazio, sem nenhum ser vivente e destituído do mínimo vestígio de luz. Passada essa etapa inicial, Deus criou a luz para dissipar as trevas, deu forma ao universo e encheu a terra de seres viventes.

    O método que Deus usou na criação foi o poder da sua palavra. Repetidas vezes está declarado: “E disse Deus…” (1.3, 6, 9, 11, 14, 20, 24, 26). Noutras palavras, Deus falou e os céus e a terra passaram a existir. Antes da palavra criadora de Deus, eles não existiam (Sl 33.6,9; 148.5; Is 48.13; Rm 4.17; Hb 11.3).

    Toda a Trindade, e não apenas o Pai, desempenhou sua parte na criação.  O próprio Filho é a Palavra (“Verbo”) poderosa, através de quem Deus criou todas as coisas. No prólogo do Evangelho segundo João, Cristo é revelado como a eterna Palavra de Deus (Jo 1.1). “Todas as coisas foram feitas por Ele, e sem Ele nada do que foi feito se fez” (Jo 1.3).

    Semelhantemente, o apóstolo Paulo afirma que por Cristo “foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis… tudo foi criado por Ele e para Ele” (Cl 1.16). Finalmente, o autor do Livro de Hebreus afirma enfaticamente que Deus fez o universo por meio do seu Filho (Hb 1.2).

    Semelhantemente, o Espírito Santo desempenhou um papel ativo na obra da criação. Ele é descrito como “pairando” (“se movia”) sobre a criação, preservando-a e preparando-a para as atividades criadoras adicionais de Deus. A palavra hebraica traduzida por “Espírito” (ruah) também pode ser traduzida por “vento” e “fôlego”. Por isso, o salmista testifica do papel do Espírito, ao declarar: “Pela palavra do Senhor foram feitos os céus; e todo o exército deles, pelo espírito (ruah) da sua boca” (Sl 33.6). Além disso, o Espírito Santo continua a manter e sustentar a criação (Jó 33.4; Sl 104.30).

    O PROPÓSITO E O ALVO DA CRIAÇÃO.

    Deus tinha razões específicas para criar o mundo.

    Deus criou os céus e a terra como manifestação da sua glória, majestade e poder. Davi diz: “Os céus manifestam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos” (Sl 19.1; cf. 8.1). Ao olharmos a totalidade do cosmos criado  desde a imensa expansão do universo, à beleza e à ordem da natureza ficamos tomados de temor reverente ante a majestade do Senhor Deus, nosso Criador.

    Deus criou os céus e a terra para receber a glória e a honra que lhe são devidas. Todos os elementos da natureza, o sol e a lua, as árvores da floresta, a chuva e a neve, os rios e os córregos, as colinas e as montanhas, os animais e as aves rendem louvores ao Deus que os criou (Sl 98.7,8; 148.1-10; Is 55.12). Quanto mais Deus deseja e espera receber glória e louvor dos seres humanos!

    Deus criou a terra para prover um lugar onde o seu propósito e alvos para a humanidade fossem cumpridos. Deus criou Adão e Eva à sua própria imagem, para comunhão amorável e pessoal com o ser humano por toda a eternidade. Deus projetou o ser humano como um ser trino e uno (corpo, alma e espírito), que possui mente, emoção e vontade, para que possa comunicar-se espontaneamente com Ele como Senhor, adorá-lo e servi-lo com fé, lealdade e gratidão.

    Deus desejou de tal maneira esse relacionamento com a raça humana que, quando Satanás conseguiu tentar Adão e Eva a ponto de se rebelarem contra Deus e desobedecer ao seu mandamento, Ele prometeu enviar um Salvador para redimir a humanidade das conseqüências do pecado. Daí Deus teria um povo para sua própria possessão, cujo prazer estaria nEle, que o glorificaria, e que viveria em retidão e santidade diante dEle (Is 60.21; 61.1-3; Ef 1.11,12; 1Pe 2.9).

    A culminação do propósito de Deus na criação está no livro do Apocalipse, onde João descreve o fim da história com estas palavras: “…com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles e será o seu Deus” (Ap 21.3).

    CRIAÇÃO E EVOLUÇÃO

    A evolução é o ponto de vista predominante, proposto pela comunidade científica e educacional do mundo atual, em se tratando da origem da vida e do universo. Quem crê, de fato, na Bíblia deve atentar para estas quatro observações a respeito da evolução.

    A evolução é uma tentativa naturalista para explicar a origem e o desenvolvimento do universo. Tal intento começa com a pressuposição de que não existe nenhum Criador pessoal e divino que criou e formou o mundo; pelo contrário, tudo veio a existir mediante uma série de acontecimentos que decorreram por acaso, ao longo de bilhões de anos. Os postulantes da evolução alegam possuir dados científicos que apóiam a sua hipótese.

    O ensino evolucionista não é realmente científico. Segundo o método científico, toda conclusão deve basear-se em evidências incontestáveis, oriundas de experiências que podem ser reproduzidas em qualquer laboratório. No entanto, nenhuma experiência foi idealizada, nem poderá sê-lo, para testar e comprovar teorias em torno da origem da matéria a partir de um hipotético “grande estrondo”, ou do desenvolvimento gradual dos seres vivos, a partir das formas mais simples às mais complexas. Por conseguinte, a evolução é uma hipótese sem “evidência” científica, e somente quem crê em teorias humanas é que pode aceitá-la. A fé do povo de Deus, pelo contrário, firma-se no Senhor e na sua revelação inspirada, a qual declara que Ele é quem criou do nada todas as coisas (Hb 11.3).  É inegável que alterações e melhoramentos ocorrem em várias espécies de seres viventes.

    Por exemplo: algumas variedades dentro de várias espécies estão se extinguindo; por outro lado, ocasionalmente vemos novas raças surgindo dentre algumas das espécies. Não há, porém, nenhuma evidência, nem sequer no registro geológico, a apoiar a teoria de que um tipo de ser vivente já evoluiu doutro tipo.

    Pelo contrário, as evidências existentes apóiam a declaração da Bíblia, que Deus criou cada criatura vivente “conforme a sua espécie” (1.21,24,25).

    Os crentes na Bíblia devem, também, rejeitar a teoria da chamada evolução teísta. Essa teoria aceita a maioria das conclusões da evolução naturalista; apenas acrescenta que Deus deu início ao processo evolutivo. Essa teoria nega a revelação bíblica que atribui a Deus um papel ativo em todos os aspectos da criação. Por exemplo, todos os verbos principais em Genesis 1 têm Deus como seu sujeito, a não ser em 1.12 (que cumpre o mandamento de Deus no v. 11) e a frase repetida “E foi a tarde e a manhã”. Deus não é um supervisor indiferente, de um processo evolutivo; pelo contrário, é o Criador ativo de todas as coisas (Cl 1.16).


    Fonte: Biblia de Estudo Pentecostal

     

     

     


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  • Brasil deve tornar-se sexta maior economia, à frente do Reino Unido

    Projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) e das consultorias EIU (Economist Intelligence Unit) e BMI (Business Monitor International) apontam que a Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil deve passar o do Reino Unido. A situação acontece depois que os países desenvolvidos apresentaram crises em suas economias.

    O PIB brasileiro deve alcançar os US$ 2,44 trilhões. O britânico fica em US$ 2,41 trilhões, de acordo com a EIU. Desta forma, o Brasil passa a ocupar o sexto lugar no ranking de maiores economias do mundo.

    As projeções apontam para a seguinte trajetória da economia brasileira: em 2013, o sexto lugar deve ser da Índia, rebaixando o Brasil. Porém, a recuperação deve acontecer em 2014, com a Copa do Mundo.

    O EIU ainda diz que até o final da década o PIB brasileiro se tornará maior que o de qualquer país da Europa. No ano de 2020, até mesmo a Alemanha ficará atrás do Brasil.

    Esse panorama reforça a ideia de especialistas que acreditavam na ascensão dos emergentes.

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  • Os dons cessaram ?

    Isaias Andrade Lins Filho
    I Co. 12:1-11

    Não há como negar, seja o povo batista ou não, o Senhor Deus está realizando uma grande obra, e, de algum tempo para cá, estamos vivendo um grande “mover do Espírito Santo”, isto porque, não tenham dúvidas, o Senhor, à luz da Sua Palavra, está promovendo no meio do seu povo “um grande avivamento espiritual”.

    Numa época como esta, nada mais justo do que exercermos atitudes cautelosas em muitas e determinadas coisas.

    Como Pastor desde meus 20 anos de idade, ordenado na Igreja Batista da Encruzilhada em Recife, hoje com 53 anos de idade, portanto, 33 anos de Ministério, ouví, estudei e aprendí dos grandes mestres e professores, livros e estudos dirigidos, etc., muitas coisas que foram ministradas e ensinadas, e, principalmente sempre lí as lições dos “Pontos Salientes” da Escola Bíblica Dominical, que eram ministradas nas nossas igrejas e, uma das coisas que se ensinava e escrevia, é que:



    1) “os dons cessaram”;
    2) “não mais haveria a necessidade de manifestações dos dons” e,
    3) “as manifestações dos dons eram necessárias naquela época apostólica para o povo poder crer …”

    Todavia, queridos leitores, nós sabemos que não é nada disto, os dons do Espírito Santo são uma evidência clara no meio do povo de Deus e, os dons do Espírito Santo, não são propriedades exclusivas de nossos amados irmãos em Cristo, pentecostais ou assembleianos (a quem amamos e respeitamos), ou dos néo-pentecostais (os quais também amamos), hoje tantos, mas, os “dons do Espírito Santo” são também uma clara evidência no meio do povo batista, no Brasil e no mundo, numa demonstração inequívoca, de que a Palavra do senhor é a mesma de ontem e será eternamente, pois o Senhor assim ministrou: “Passarão os céus e a terra, mas, as minhas palavras não haverão de passar …” Mateus 24:35.

    Não sei por que, tanta gente tem medo de tratar deste assunto e de ministrar ao povo batista, a grande verdade, de que o Senhor está a realizar grandes maravilhas e, que o “mover do seu Espírito” é, hoje, uma realidade que ninguém pode negar.

    Não tenham dúvidas, que é por causa desta omissão do líder batista de não querer se expor, e dizer claramente ao povo que nós os batistas CREMOS NOS DONS DO ESPÍRITO SANTO e, sabemos que, como diz a Bíblia Sagrada, “o Espírito Santo opera todas essa coisas, repartindo particularmente a cada um como quer …” (I Co. 12:11) e, que, a “manifestação do Espírito é dada a cada um para o que for útil …” (I Co. 12:7), portanto, se não for para ser útil, não será dada a manifestação nem será dado o Dom, é por causa desta omissão que estamos vendo tanta distorção doutrinária no meio do povo batista.

    Humilde e submisso à vontade do Senhor é que pretendo escrever uma série de estudos sobre o assunto Dons do Espírito Santo, e, para tanto, tenho orado e pedido as orações dos irmãos da Igreja Batista dos Mares da qual sou o Pastor, para que orem por mim, pois, o que desejo, nada mais é do que a vontade da Palavra de Deus, e, nos próximos estudos adentrarei de maneira direta numa análise à luz da Bíblia, sobe os “dons espirituais” e, pasmem, até sobre os “dons de línguas” incontestavelmente um tabu no meio do povo batista mas, uma realidade insofismável na vida do povo de Deus, contudo, ensinaremos que ao ser exercido, mediante a dádiva do Espírito Santo, o é, para edificação própria, pois o que “fala em língua estranha edifica-se a si mesmo” (I Co.14:4) e, este texto, fala mesmo da “variedade de línguas, isto é, línguas que não correspondem a nenhuma língua conhecida por aquele que fala…” , conforme está explicado no rodapé da (Bíblia de Estudos Almeida, da Sociedade Bíblica do Brasil, às páginas 252, do Novo Testamento, edição recente de 1999, Baurerí, São Paulo), mas, ninguém se espante, porque também iremos dizer que “o amor” além de ser superior aos dons, é sem dúvida o elemento legitimador do uso dos dons na edificação do povo de Deus, e, o amor não deixa o crente presunçoso, orgulhoso, achando que é superior aos demais e, nem “orando para que os outros crentes se convertam”, pois, quem recebeu a Jesus e permanece fiél ao Senhor, dia após dia, não tem que se converter de novo, nem, porque foi a um “encontro tremendo” é que agora se converteu. Cuidado! É bom ter calma, prudência, mas, que Deus está fazendo uma grande obra, está !

    Até ao próximo estudo !

    Pr. Isaias Andrade Lins Filho, Pastor da Igreja Batista dos Mares. Teólogo, Mestre em Ciências da Religião, Doutor em Teologia e Advogado.
    E-Mail: ielins@e-net.com.br

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  • Dicas para obter motivação

    William Douglas

    A primeira atitude de que alguém precisa mudar de vida, melhorar sua situação ou realizar algum objetivo é a motivação. Uma pessoa motivada é mais feliz e produtiva. Motivação é a disposição para agir, podendo ser entendida simplesmente como “motivo para a ação” ou “motivos para agir”. Você precisa de motivação. Ela é quem nos anima e ela é quem nos faz “segurar a barra” nas horas mais difíceis e recomeçar quando algo dá errado. Porém… isto você já sabe. O que todo mundo quer saber é: Como conseguir motivação?

    A motivação é pessoal: só você pode dizer o que lhe dá ânimo para trabalhar, prosseguir, crescer. As outras pessoas podem ajudar na motivação, mas não nos dá-la de presente. A primeira motivação é você cuidar bem de si mesmo, ser feliz. Costumo dizer que você vai passar o resto da vida “consigo”, que pode se livrar de quem quiser, de qualquer coisa, menos de você mesmo. Por isso, deve cuidar bem de sua mente, corpo e projetos, sonhos, futuro. Mas existem outras motivações.

    Deus – Deus pode ser uma fonte de ânimo e consolo, de força para viver e prosseguir. Além disto, se você for uma pessoa com sucesso profissional e capaz, poderá servir mais ao trabalho para sua divindade.

    Família – Ajudar a família, ter dinheiro e tempo para o parceiro amoroso, filhos, pais, irmãos, é uma das mais fortes injeções de disposição para o estudo e o trabalho. Riqueza – Existem muitas formas de riqueza, sendo o dinheiro a menor delas. Paz, saúde, equilíbrio, família, sucesso, fama, ser benquisto e admirado, tudo isto são formas de riqueza, que podem ser escolhidas por você e servirem como estímulo.

    Dinheiro – O dinheiro nunca deve ser o motivo principal de uma escolha, mas é perfeitamente lícito e digno a pessoa querer ganhar dinheiro. Basta que seja dinheiro honesto. O dinheiro serve para comprar muitas coisas úteis e prazerosas. Assim, se você quer estudar para ter mais dinheiro para gastar, tudo bem, é um bom motivo.

    Tempo – Quanto melhor você estudar e quanto mais resultado tiver, mais tempo você terá para fazer outras coisas. E as fará com mais tranqüilidade e segurança.

    Resolver problemas – Conheço amigos para os quais o concurso serviu para resolver problemas. Um deles, o Professor Carlos André Tamez, do Curso Aprovação, estudou para ser Auditor da Receita, pois morava no Rio de Janeiro e sua amada, em Curitiba. O concurso serviu para ele poder trabalhar na cidade que desejava. E conheço uma amiga para quem o concurso serviu para poder se separar sem depender de pensão do ex-marido. Para outro, o concurso foi a fonte de dinheiro para montar seu consultório dentário.

    Segurança – O estudo e o concurso trazem segurança, seja a de ter alternativas, seja a de ter emprego, dinheiro, aposentadoria etc. São bons motivos.

    Motivação é tarefa de todos os dias!
    Entenda que todo projeto de longo prazo terá momentos de grande ânimo, momentos normais e momentos de desânimo, e vontade de desistir. Sabendo disso de antemão, procure se preparar para os dias de baixa: eles virão e você vai precisar aprender a lidar com eles.

    A motivação deve ser trabalhada diariamente. Todos os dias você pode e deve lembrar dos motivos que o estão fazendo estudar, ter planos, persistir.

    A motivação deve ser redobrada nos momentos de crise, de desânimo e cansaço. Em geral, ela vai segurá-lo. Algumas vezes, você vai “surtar”, ter uma crise e parar um tempo. Tudo bem, tenha a crise, faça o que quiser, mas volte a estudar o mais rápido possível. De preferência, recomece no dia seguinte.

    Dicas de motivação

    1) Você pode criar técnicas para se animar. Eu usava uma xerox do contraqueche (hollerith) de um amigo que já tinha sido aprovado. Quando eu começava a querer parar de estudar antes da hora, olhava o contracheque que eu queria para mim e conseguia continuar estudando mais um tempo. Conheço gente que tem a foto de um carro, de uma casa, uma nota de 100 dólares, a foto de onde quer passar as férias de seus sonhos. E tem gente com foto da esposa, do marido, dos filhos.

    2) Outra dica importante: esteja perto de pessoas com alto astral, animadas, otimistas, e de pessoas com objetivos semelhantes. Evite muito contato com pessoas que não estejam trabalhando por seus sonhos, que vivam reclamando de tudo, que não queiram nada. Escolha as pessoas com as quais você estará em contato e sintonizado. O canarinho aprende a cantar, ouvindo outro canário. E canários juntos cantam melhor. Esteja perto de quem cante ou goste de cantar.

    Motivação: dor ou prazer
    O ser humano age basicamente por duas motivações primárias: obtenção de prazer ou fuga da dor. Quando alguém deixa de saborear uma apetitosa sobremesa, pode estar querendo evitar a dor de engordar; quando a saboreia, está buscando o prazer do paladar. Há pessoas que estudam para evitar dor (nota baixa, reprovação, fracasso) e pessoas que estudam para obter prazer (aprender, saber, acertar, crescer, ter sucesso na prova etc).

    Embora o objetivo seja o mesmo (estudar), a motivação pode ser completamente diferente. Acontece que, comprovado em 23 anos de estudo e experiência, mesmo com um objetivo idêntico (por exemplo, passar no vestibular ou concurso público), o desempenho de quem tem motivação positiva (buscar prazer) é bastante superior ao daquele que atua por motivação negativa (evitar dor).

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